Coordenador de regulação fala sobre avanços na saúde em Simões Filho


O coordenado de regulação da Secretaria de Saúde de Simões Filho, em entrevista concedida a rádio Sucesso FM, falou sobre os avanços que segundo ele já foram conquistados neste inicio de gestão. De acordo com Ivson da Silva, alguns exames de alta complexidade estão sendo disponibilizados pela Secretaria através da regulação.

“Exames como Sitilografia Óssea nós estamos encaminhando para Salvador e isso é uma conquista do setor de regulação junto com a Secretaria de Saúde e junto com a prefeitura de Simões Filho”, destacou Ivson.

Sobre a dificuldade que os pacientes estão encontrando para marcar exames, Ivson disse que a demanda é maior que a oferta, e isso é hoje a maior dificuldade que a Secretaria tem enfrentado.

“Foi feito um contrato antigo em que os médicos só atendem 20 pacientes por semana, então considerando que nós temos uma população de 130 mil habitantes, essas vagas quando abrem, no mesmo dia se encerram, por conta da demanda ser muito grande e a oferta pouca. Mas, com tudo isso nós estamos buscando parcerias, iremos sentar pra discutir, pra estar fazendo mutirões pra desafogar o município”, disse ele.

Segundo o coordenador, um planejamento está sendo feito para que o serviço seja melhorado no sentido de amenizar o desconforto da população.

“Existe um planejamento pra acabar com esse desconforto pro paciente ter que chegar aqui na regulação de madrugada. Estamos discutindo pra que as marcações, o paciente vá pro posto de saúde, registre a sua marcação e esse posto encaminhe a solicitação para a regulação, nós marcamos e devolvemos para o posto. Com tudo isso, o paciente não vai precisar mais sair de suas casas nas madrugadas, não vai precisar mais pegar fila aqui, não vai mais se expor para estar marcando seu exame”, enfatizou.

Ainda de acordo com ele, uma segunda opção está sendo pensada com o objetivo de informatizar os postos de saúde e fazer uma ponte direta com o sistema da Secretaria para que o paciente possa marcar seus exames e consultas dentro de suas próprias comunidades.

“O outro plano é o processo de descentralização da regulação, a informática está aí, a tecnologia está aí pra isso e nós enquanto poder público temos que trabalhar pra realidade da população. Tem muita gente que acorda e não tem nem o que comer quem dirás um transporte pra vir marcar exame”, concluiu.

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