Vereador Eri pede reforma administrativa na gestão Dinha; “vários secretários fingem que trabalham”


Durante a sessão ordinária realizada na última terça-feira (09), na Câmara de Vereadores de Simões Filho, o assunto mais discutido entre os parlamentares foi à questão da qualificação dos vigilantes nas escolas e o desempenho do corpo administrativo do governo Dinha.

Alguns parlamentares acreditam que os secretários da gestão estão longe de chegar perto do prefeito. Em um primeiro momento, após a leitura da indicação do vereador Jailson Jajai (PP), que dispõe sobre o Treinamento de curso para os vigilantes, alguns vereadores fizeram duras críticas aos chefes das pastas do Executivo Municipal, avaliando que a maioria não mantém uma estreita relação de comunicação com os vereadores.

Neste sentido, o vereador Eri Costa (DEM), considerado como um dos mais populares, chamou a atenção para a postura de alguns secretários e dissertou sobre a importância do curso na cidade.

“Nós sabemos que os vigilantes que recepcionam nossas crianças nas escolas, e que hoje infelizmente têm se tornado um lugar para tráfego de drogas, nós temos que estar atentos para saber quem são essas pessoas que estamos colocando como vigilantes nas escolas; se são treinadas, são pessoas do bem”, defendeu e questiona o parlamentar.

Eri ainda questionou se “os vigilantes que estão em exercício de trabalho estão preparados para eventuais ações”. Ainda segundo ele, “o prefeito tem uma dinâmica diferente e essas coisas que são pedidas naquela Casa (Câmara), muitas das vezes não são atendidas”.

“Nós estamos sentindo na pele essa questão, coisa que não precisaria do prefeito se as secretarias se mobilizassem no intuito de fazer, mas infelizmente, vários secretários fingem que trabalham e não seguem a linha do prefeito”, pontuou Eri Costa.

Ainda na sua fala, ele reforçou seu entendimento de que “se os secretários tivessem a dinâmica semelhante ao prefeito, as coisas seriam diferentes”. “Eu não tenho medo de falar o que penso e não quero tratamento bom. Eu quero que resolva as coisas porque quando a gente chega às secretarias, tem um cafezinho água e na hora que você entrega seus pedidos são esquecidos, prefiro ser tratado lá, mas que trate o povo bem”, destacou o democrata.

Ele finalizou seu discurso dizendo que na verdade está faltando engajamento. “Então eu acho e sempre defendi aqui nesta Casa, reformas administrativas nem que seja para dar um impacto profundo. Gosto de citar nomes, mas hoje deixarei em branco para ser analisado porque o tempo está passando e precisamos de respostas urgentes”.finalizou

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