“O SINE de Simões Filho atendeu 42.743 pessoas em 2017”, diz secretário Djalma Machado


O secretário de Desenvolvimento Econômico de Simões Filho, Djalma Machado esteve reunido na manhã desta segunda-feira (19), com moradores que fizeram uma manifestação na frente da secretaria, reivindicando oportunidades de trabalho nas obras do Atacadão.

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Em entrevista ao repórter Valfredo Silva, após a manifestação, o secretário comentou que a reunião foi bastante proveitosa e que os manifestantes contam com o apoio da pasta para resolverem o atrito.

“A reunião foi tranquila, ordeira e eu acho natural realmente a preocupação de quem não tem emprego e nós estamos sensíveis a isso. Eu vou passar daqui a pouco para o prefeito e com certeza ele vai convocar todos os trabalhadores para uma reunião, porque ele tem interesse em resolver essa situação”, disse Djalma.

Ainda segundo o secretário, a principio, a quantidade de vagas disponível para a construção civil foi realmente reduzida, porém, a maior oferta de empregos virá quando o Atacadão entrar em funcionamento. Serão mais de 200 empregos diretos.

“Neste momento inicial o número de vagas é pequeno porque as construtoras já têm seu quadro de profissionais que atuam em toda a Bahia e em todo o Brasil. Mas quando o supermercado estiver funcionando, eles se comprometem que 80% dos empregos serão para o povo de Simões Filho”.

Sobre algumas denúncias dos manifestantes contra a unidade local do SINE, o chefe da pasta apresentou números e justificou que o atendimento do órgão em 2017 superou o dos anos anteriores.

“Em relação a 2017, o SINE atendeu 42.743 pessoas, nós captamos neste período 823 vagas e conseguimos 589 colocações. É um número muito superior a 2016, mas é um número ainda pequeno com relação ao que a gente precisa para atender a expectativa da população e as quase 500 mil pessoas desempregadas da grande Salvador que afetam diretamente Simões Filho”.

Sobre a reclamação de que cartas de emprego são direcionadas, o secretário afirmou que a denúncia não procede. “Primeiro que a carta não pode ser direcionada. Quando solicitam um perfil, uma mão de obra de soldador, por exemplo, não se pode pegar outra pessoa que não é soldador, que apenas tenha o curso mais que não tenha experiência em carteira e a carta é emitida pelo sistema, não é uma carta de vereador, não é uma carta de secretário”, revelou ele.

Ainda sobre o atendimento, Machado garantiu que se estiver havendo alguma divergência com relação aos servidores municipais, a equipe será chamada e receberá as orientações necessárias para prestar um atendimento de excelência.

“Se alguém que de repente não está sabendo informar ou não está dando o tratamento adequado, nós temos que chamar para conversar, porque o tratamento e o conforto que tem que dar as pessoas, falar olho no olho e falar a verdade é o principal ponto”, disse ele.

Sobre a geração de emprego e renda, que é um dos carros chefes da gestão do prefeito Diógenes Tolentino, o secretário explicou que diversos empreendimentos estão chegando na cidade e vão gerar bastante emprego até o final do ano, a exemplo da J. Macêdo, da Bomix e outros empreendimentos que chegam a somar R$ 700milhões em obras.