Simões Filho recebe unidade de atendimento móvel para a mulher

O município de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador (RMS), recebe de segunda-feira (18) à quarta-feira (20), o projeto de atendimento e auxílio para o enfrentamento das adversidades sofridas pelas mulheres. A iniciativa é uma ação conjunta da Secretaria Municipal de Políticas Públicas e Promoção à Mulher e a Secretaria Estadual de Políticas para … Leia Mais



Simões Filho recebe Programa Saúde sem Fronteiras

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizará a partir deste sábado (16) até a primeira semana do mês de maio, das 07h às 18h, na Praça da Bíblia, diversos exames, totalmente gratuitos para o rastreamento do Câncer de Mama nas mulheres simõesfilhenses, através do programa “Saúde sem Fronteiras”. Para participar é preciso comparecer, antecipadamente, em … Leia Mais


Simões Filho recebe a ‘6ª Caminhada Rosa’ no domingo (24)

O município de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador (RMS) recebe no dia 24 de abril (domingo), a 6ª Caminhada Rosa, movimento realizado pelo Grupo Contra o Preconceito (GCP), e liderado pelo ativista e historiador Rafael Myranda. A mobilização é uma oportunidade de cobrar dos poderes públicos e sociedade os ideais de respeito e … Leia Mais


Simões Filho: (SEDES) convoca os beneficiários do Programa Bolsa Família


Inscritos do Programa Bolsa Família devem sacar o benefício até 27/04 A Secretaria Municipal de Trabalho e Desenvolvimento Social (SEDES) convoca os beneficiários do Programa Bolsa Família, que ainda não sacaram as parcelas disponíveis, a comparecerem a uma agência da Caixa Econômica Federal até a próxima quarta-feira (27), a fim de evitar o cancelamento do benefício por inatividade.

Confira lista de beneficiários:

http://www.simoesfilho.ba.io.org.br/…/Inscritos-do-Pr…/95318


Simões Filho: Justiça determina suspensão da greve dos professores


 [soundcloud soundcloudurl=”https://soundcloud.com/marcos-simoes-217735983/simoes-filho-justica-determina-suspensao-da” ][/soundcloud] Após 25 dias de greve dos professores na Rede Pública de Ensino do município de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador e o prefeito Eduardo Alencar; declarar ‘falta de recursos por conta da queda da receita’ para atender as seis últimas reivindicações da categoria, uma ação na justiça impetrada pela prefeitura local alegou ‘prejuízo no serviço essencial na vida de cerca de 20 mil alunos da cidade’. O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) determina a suspensão da greve dos professores; conforme decisão da desembargadora Sandra Inês Moraes Rusciolelli Azevedo.

Caso a categoria não interrompa a paralisação, a multa prevista é de R$ 50 mil diários e a decisão foi publicada nesta quarta-feira (13) no Diário da Justiça Eletrônico.

Entre as reivindicações do Sindicato que deflagrou a greve no dia 18 de março, estão o pagamento do retroativo e gratificações, mudança de nível e pecúnia, além da merenda escolar e reforma das escolas.

Uma das justificativas da prefeitura é em relação ao ‘estudo de impacto financeiro’. Na última segunda-feira (11), o prefeito apelou aos professores o retorno as salas de aula e afirmou que a prefeitura no último mês teve um déficit de R$ 3 milhões de reais e que não tem ‘condições de pagar nenhum centavo’, além de revelar que o município paga a categoria o ‘Piso Nacional’.


Agora é Adorar no Bairro: Comunidade do Cristo Rei recebe no próximo domingo (17) projeto de evangelização


Uma proposta de evangelismo inovador e que tem como uma das missões propagar a cultura gospel; ampliando o acesso a música que não se resume à placa de igreja, mas a serviço de toda humanidade, surge no município de Simões Filho, através, do Projeto intitulado “Agora é Adorar no Bairro”. A largada será no bairro do Cristo Rei, a partir das 15h do próximo domingo (17), no largo da localidade. Não irá faltar ‘Adoração e louvor’ e a equipe de organização do evento convida toda comunidade circunvizinha para desfrutar do projeto que levará algumas atrações conceituadas no cenário gospel baiano.

Na oportunidade a música gospel será representada pelas atrações: Ministério Gaditas, Ministério Adoradores, Banda Valores e Joelson Nascimento, além do preletor Francisco Gomes.

De acordo com Diego Cavalhery o Projeto “Agora é Adorar no Bairro” tem a intenção de unir as comunidades, através, de um trabalho evangelístico com a visão de ganhar almas para Cristo.

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Simões Filho: Manifestantes bloqueiam Av. Elmo Serejo em protesto contra morte de vítima no trânsito


 [soundcloud soundcloudurl=”https://soundcloud.com/marcos-simoes-217735983/simoes-filho-manifestantes-bloqueiam-av-elmo-serejo-em-protesto-contra-morte-de-vitima-no-transito” ][/soundcloud] Por volta das 19h desta terça-feira (12), o trânsito parou nos dois sentidos da Avenida Elmo Serejo Farias, nas mediações do Ginásio de Esportes. Manifestantes e mototaxistas com pneus bloquearam a pista e uma grande cortina de fumaça se formou no local. Os manifestantes protestaram e entoaram canto em homenagem ao jovem Léo, um trabalhador vítima de acidente de trânsito no último sábado (09).

Léo ficou gravemente ferido, após bater a moto que conduzia em um carro, por volta das 22h do último sábado. Testemunhas relataram que o acidente ocorreu quando o condutor do veículo tentou entrar no bairro da Vida Nova quando colidiu com o motociclista, que seguia para o centro da cidade.

A vítima deu entrada no Hospital Municipal e logo foi transferido para o Hospital do Subúrbio com suspeita de traumatismo e fraturas, mas não resistiu ao acidente.

Os manifestantes pedem uma sinaleira no local.

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Prefeito apela para que professores retornem às salas de aulas e alfineta Sindicato. “Um grupo de 10% querem essa greve. A maioria não”


 [soundcloud soundcloudurl=”https://soundcloud.com/marcos-simoes-217735983/prefeito-apela-para-que-professores-retornem-as-salas-de-aulas-e-alfineta-sindicato” ][/soundcloud] O Prefeito de Simões Filho, Eduardo Alencar (PSD), em entrevista a uma rádio da região metropolitana na manhã desta segunda-feira (11), esclareceu os problemas enfrentados pelo município devido à turbulência política no cenário nacional que vêm contribuindo negativamente com a ‘queda da receita e que de forma apertada vêm priorizando os serviços essenciais’. Um dos temas levantados foi em relação ao movimento grevista; deflagrado pelos professores que no próximo dia 18 completa trinta dias que os alunos estão fora da sala de aula.

“Em nome dos pais dos alunos, eu peço humildemente ao Sindicato o retorno dos professores para a sala de aula”, apelou o prefeito; poucas horas antes de ocorrer mais uma assembléia na Câmara de Vereadores; também nesta manhã, onde a categoria decidiu a continuidade da greve.

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Antecipando sua justificativa sobre ‘não haver condições de atender as reivindicações da categoria’ neste momento de crise’, o prefeito Eduardo Alencar revelou que a perda da receita do município é muito grande. “Perdemos mais de 35% da receita de Simões Filho”, revelou.

Ainda seguindo sua linha de justificativa, Alencar disse que durante todos esses anos; manteve o diálogo com o Sindicato da Categoria, através, das reuniões, que contribuíram para um ‘relacionamento de amizade, cordialidade e confiança’. De 21 itens da pauta de reivindicações, a Secretaria de Educação garante que 15 já foram solucionados.

O ponto positivo de valorização dos professores defendido pelo gestor público em entrevista; foi referente ao Piso Salarial Nacional, que ainda de acordo com ele, diversos municípios, inclusive, o Estado não firmaram esse compromisso que é um direito da categoria.

“Eu acho que os professores em Simões Filho não ganham mal. Nós pagamos o Piso Nacional e a média salarial dos professores é de R$ 5 mil. Tem professor que ganha mais de R$ 9 mil por mês”, argumentou Eduardo Alencar que acrescentou. “Nós pagamos em dias e não devo um centavo aos professores que fizeram essa greve trazendo prejuízo muito grande aos alunos do município”.

Sem acordo para puder sanar o restante da pauta levantada pela categoria; que deixou claro na Câmara. “Nós não estamos pedindo salário e sim os R$ 9 milhões referente a retroativo de mudança de nível, incentivo a qualificação profissional e pecúnia”, o prefeito pediu que os ‘professores entendessem a situação do momento’ e fez mais uma avaliação.

“Um prejuízo muito grande para nossos alunos. Eles entraram em greve e não tenho a menor condição de dar um centavo de aumento aos professores; porque eu não sou irresponsável”, disse. “Se eu fosse irresponsável eu daria esse aumento”, acrescentou.

Reforma e Merenda Escolar

Sobre a reforma das escolas; também apontado pela categoria, o Executivo Municipal disse que existe uma licitação e já foi reformada cerca de 50% das escolas. “Até o final do ano reformaremos todas as Unidades de Ensino”, garantiu.

Com relação à Merenda Escolar, o gestor público esclareceu que realmente o processo burocrático da licitação atrasou, mas que já foi licitado. “No retorno dos alunos; haverá merenda nas escolas”, ressaltou.

Justiça

Conforme o entendimento do prefeito junto com a Secretaria de Educação do município; é que sempre foi preservado o diálogo e abertura de portas para o Sindicato; bem como todos os profissionais da Educação e, em vista, de analisar se há legalidade do movimento grevista em Simões Filho, já foi dado entrada na Justiça como alternativa para intervenção do movimento, além, de uma reunião estabelecida com o Ministério Público e agentes envolvidos com a situação [Prefeitura, Sindicato e Secretaria de Educação].

Eduardo Alencar alfinetou o Sindicato.

“Um grupo de 10% querem essa greve. A maioria não”, afirmou.

Déficit

Conforme a queda da arrecadação e a inviabilidade de puder arcar com a reivindicação dos professores em Simões Filho, Alencar revelou ainda que a prefeitura; vive um momento de ‘contenção de despesas’.

“Tínhamos uma receita de cerca de R$ 20 milhões e hoje não chega a R$ 17 milhões. O mês de março; fechamos com um ‘defícit’ de R$ 3 milhões e estamos sem capacidade de investimento”, disse.

“Peço os professores que entendam essa situação que é ruim para mim, mas muito pior para os nossos alunos que estão fora da sala de aula”, concluiu Eduardo Alencar.