Prefeitura de Simões Filho demite 345 servidores e suspende 5 milhões em prestação de serviços

O Prefeito eleito Diógenes Tolentino assumiu definitivamente o comando da cidade de Simões Filho (Região Metropolitana de Salvador), na manhã da última segunda-feira (02) e conforme anunciado anteriormente começou exonerando servidores e fazendo suspensão de contratos. Os 345 servidores demitidos atuavam nas Secretarias de Saúde e Educação. A decisão do atual gestor foi oficializada através … Leia Mais



Preocupado com a educação em Simões Filho, Dinha diz que vai pra cima.

Após longos anos de espera para governar Simões Filho, (na Região Metropolitana de Salvador), a partir deste domingo, 01 de janeiro de 2017, comandado pelo (PMDB), sob a liderança do ex-vereador Diógenes Tolentino de Oliveira, o município inicia um novo capítulo político em sua história de emancipação. Com uma população sedenta pelas melhorias prometidas no … Leia Mais


Prefeito, vice-prefeito e vereadores são empossados em Simões Filho

Em sessão solene realizada na tarde deste domingo (01) o Prefeito eleito de Simões Filho Diógenes Tolentino, juntamente com o vice-prefeito Sidnei Serra, além dos 19 vereadores que compõem a casa legislativa foram empossados para exercerem mandato no período vigente de 2017 a 2020. Na oportunidade, em conformidade com o artigo 37 do regimento interno … Leia Mais


Simões Filho: morador de rua é espancado até a morte

Um homem de 48 anos, identificado como Benailson Oliveira Silva, foi encontrado morto por volta das 5h deste sábado (31/12) na Estrada de Candeias, no município de Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador. Segundo informações da Central de Polícias, a vítima sofreu espancamentos e, de acordo com testemunhas, era morador de rua. Até o momento, não … Leia Mais


Bombeiros encontram corpo de 3º jovem desaparecido em Simões Filho


O corpo do terceiro jovem que havia desaparecido em uma lagoa de Simões Filho, cidade da região metropolitana de Salvador, foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros na manhã deste sábado (31). Segundo informação dos bombeiros, as buscas começaram às 8h, e a vítima foi localizada por volta das 9h30.
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Ainda e acordo com o Corpo de Bombeiros, a o corpo foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT). A procura pelos corpos começou na quinta-feira (29), após a denúncia do desaparecimento dos jovens.Como as outras duas vítimas já haviam sido localizadas pelos bomebeiros na sexta-feira (30), a operação dos Bomebeiros foi encerrada neste sábado.

O primeiro corpo encontrado pela equipe de salva-vidas dos bombeiros foi o de Iuri Silva dos Santos, 20. O corpo de Kleiton Sade Almeida, que faria 19 anos na sexta-feira, foi achado horas depois.

Os jovens encontrados mortos em uma lagoa de Simões Filho, mergulharam no local com mais três amigos para fugir das ameças de um suposto policial reformado. É o que conta Herbert Lean, um dos dois jovens que conseguiram nadar até a outra margem da lagoa. Uma vítima ainda está desaparecida.

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Segundo Hebert, eles tomavam banho na lagoa na tarde de quinta-feira (29), quando resolveram pegar coco em coqueiros que ficam do lado de fora de um terreno próximo à lagoa. “O dono saiu da casa com uma arma, apontou para a gente, disse que quem não soubesse nadar ia morrer e atirou”.

Herbert diz que eles se assustaram com as ameças e se jogaram na água. Ele e o amigo Wellington conseguiram nadar até o outro lado e fugiram, mas os outros três acabaram se afogando.

A equipe de reportagem tentou falar com o dono da casa, mas ele não foi encontrado. Policiais Militares faziam a segurança da residência e homens estavam retirando móveis do local, mas não quiseram dar entrevista.

Em nota, a PM diz que vai apurar a denúncia de que um policial reformado tenha envolvimento no caso, mas é preciso que testemunhas denunciem a situação à corregedoria. A delegacia de Simões Filho está investigando o caso.

Do G1 BA, com informações da TV Bahia


Três jovens tentam fugir e morrem afogados em Cotegipe


Cinco jovens que saíram na tarde da última quinta-feira (29) para tomar banho na barragem da Chesf, localizada na comunidade de Cotegipe, em Simões Filho, desapareceram. Segundo informações, as vítimas estavam pegando coco em um sítio próximo do local, quando foram surpreendidos com tiros de arma de fogo e em desespero se jogaram nas águas do rio.

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Na fuga, 3 dos cinco jovens não conseguiram vencer a força da correnteza e se afogaram fatalmente. Todos os jovens eram moradores do bairro de Ponto Parada, e um deles identificado como Yuri Silva dos Santos, 20 anos, acabou de ser resgatado sem vida pelo Corpo de Bombeiros.

Segundo a mãe do rapaz, dona Damiana, ele saiu por volta das 13h de ontem (29), dizendo que iria tomar um banho com os colegas da igreja e não iria demorar.

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“Deus preparou meu coração e permitiu que o corpo de Yuri fosse encontrado. Eu pedi ao meu filho que vigiasse e tomasse cuidado antes dele sair de casa”. Relatou com tristeza.

Segundo um dos bombeiros responsáveis pelo resgate, o processo está bastante complicado por causa da vegetação que cerca as margens do rio. Resta ainda um dos três corpos para ser encontrado.


Sem opção: público jovem de Simões Filho deverá festejar o Réveillon fora da cidade


Sem nenhuma programação cultural definida para celebrar a chegada do ano novo, a cidade de Simões Filho na Região Metropolitana de Salvador,  7ª maior economia do estado da Bahia deverá ficar deserta durante os festejos de Reveillon.

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Diante do caos que se instaurou na cidade em detrimento da onda de violência, das conseqüências negativas que vieram junto com a crise econômica como atraso no pagamento de servidores e queda das vendas de fim de ano no comércio local, nota-se que tanto as autoridades como os empresários simõesfilhenses preferiram se isentar da responsabilidade de proporcionar um pouco de alegria e entretenimento aos munícipes, como é de costume nesta época do ano.

Sem falar da população mais jovem, que há algum tempo vem sofrendo sem nenhuma iniciativa que movimente ou levante a auto-estima dessa faixa etária, tão importante para o crescimento da metrópole baiana, já que no futuro serão esses os possíveis cidadãos, empresários ou políticos.

Enquanto outras cidades investem em festas populares, festivais, exposições, etc. em Simões Filho, para aqueles que preferem ficar longe da badalação e passar a virada do ano em um clima mais tranqüilo, restará apenas apreciar a culinária irreverente dos pequenos restaurantes localizados em comunidades como Mapele, Ilha de São João e Centro da cidade ou investir na tradicional ceia da virada com amigos e familiares em suas residências.

Olhando para frente, diante deste novo recomeço que o município irá viver a partir do próximo domingo (01), entre as expectativas dos 140 mil habitantes que aqui residem, encontra-se a esperança de que seus jovens e crianças sejam tratados com um pouco mais de dignidade, para que nos próximos festejos de passagem de ano, seja refletido em cada rosto o sentimento de alegria e orgulho em ser cidadão desta terra.

 


Governo da Bahia deixa município de Simões Filho fora de investimentos e causa revolta na população.


O atual Governador da Bahia Rui Costa anunciou na última quinta-feira (29), um pacote de investimentos no valor de R$ 950 milhões  que serão empregados com o intuito de ampliação do Sistema Único de Saúde (SUS), que contemplarão a organização da Rede Integrada de Serviços de Saúde. Recursos oriundos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

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Alguns municípios que compõem a Região Metropolitana de Salvador (RMS) como Candeias, Camaçari, Dias D’Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Pojuca, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé e Vera Cruz, foram contemplados com a construção, ampliação e reforma de unidades de saúde, conforme a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), porém, Simões Filho ficou de fora.

O Prefeito eleito e diplomado de Simões Filho Diógenes Tolentino demonstrou insatisfação com a decisão de Rui e levantou o questionamento: “Por que, governador, Simões Filho ficar de fora? Os 140 mil habitantes também são baianos e necessitam de um atendimento mais digno”.

Após condenar a ação do Governo Estadual Dinha afirmou que não medirá esforços, junto a sua atual Secretária de Saúde Drª. Maria Betânia e toda a sua equipe para garantir aos munícipes serviços de saúde pública de qualidade.

Com a responsabilidade de administrar a  7ª maior economia da Bahia a partir do próximo domingo (1º), ele afirma que Rui Costa deveria retribuir a votação expressiva que teve em Simões Filho na última eleição em 2014.

“Chegou a hora do governador Rui Costa retribuir a confiança que lhe foi depositada pela maioria dos eleitores de Simões Filho” criticou Dinha.

A precariedade na estrutura dos postos de saúde é sem dúvidas um dos principais desafios para esta próxima gestão.


Simões Filho: Comunidade teme bloqueio ao rio dos Macacos


Moradores da comunidade de remanescente do Quilombo Rio dos Macacos, em Simões Filho (Grande Salvador), temem que a construção de um muro no entorno da Vila Naval da Marinha do Brasil (MB), no subúrbio, bloqueie o acesso ao rio que leva o mesmo nome da comunidade.

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O rio dos Macacos é, segundo integrantes da comunidade, um importante meio de subsistência. Eles afirmam que a Marinha está construindo um muro que impediria o acesso ao curso d’água.

A Marinha não respondeu se a construção do muro impedirá ou não o acesso ao rio, mas confirmou que está sendo construída uma cercadura em torno do terreno que permanecerá sob responsabilidade dela, “como forma legítima de preservação do patrimônio da União”.

Em novembro de 2015, uma portaria federal declarou como terras dos remanescentes do quilombo uma área de 301 hectares, dos quais 104 hectares foram destinados para titulação de posse – processo que, mesmo após um ano da publicação, não foi finalizado.

O problema é que a demarcação não integra o rio e, desde então, moradores pedem a integração do manancial. Os outros 196 hectares permanecerão sob administração da Marinha, por serem de “interesse estratégico à defesa nacional”.

Obra

A TARDE teve acesso ao local e verificou que, no final da vila naval, a construção do muro foi iniciada. “A Marinha nunca chegou para dizer que vai construir o muro. Mas, em uma reunião em Brasília e outra na comunidade com a Secretaria da Presidência, fomos informados de que será construído. Tirando o rio da gente é tirar nossas vidas. O rio tem que ficar solto”, frisou a pescadora Rosemeire Silva, 37.

“A água é um bem comum do ser humano. Isso está na Constituição. A Marinha está acima da lei? O que a gente quer é o uso coletivo do rio”, disse o lavrador e pescador José Rosalvo de Sousa, 51.

Há mais de 50 anos, um conflito entre Marinha e comunidade tem marcado a relação entre os dois, com relatos de agressão física e disputa judicial pela área.

Para a realização da obra, segundo a Marinha, foi obtida autorização judicial no Tribunal Regional Federal da 1ª Região. A comunidade se queixa, ainda, de que o muro impedirá o acesso a uma fonte que os moradores costumam utilizar, inclusive para motivos religiosos.

Questionada por A TARDE sobre a fonte, a Marinha informou que, com a delimitação e separação das áreas destinadas à comunidade e à administração naval, todas as fontes de água existentes ficarão sob a responsabilidade do administrador de cada uma das áreas.

“Outros setores governamentais estudam alternativas para a captação e o fornecimento de água para a comunidade”, acrescentou, em nota, a Marinha. Dentro da área que permanecerá com a administração militar há uma barragem artificial construída pela Marinha, a Barragem dos Macacos, e redes de mananciais.

Essa rede, segundo a Marinha, é destinada à captação de água para o abastecimento do Complexo Naval de Aratu (CNA), “que reúne diversas organizações militares e presta apoio logístico aos navios que atuam rotineiramente em prol da manutenção da soberania do Brasil”.

Comida

Para os moradores da comunidade, cada trecho do rio, inclusive o da barragem, serve para pescar vários tipos de peixe. “Quando se trata de pescaria, não existe um ponto só. Onde vai ficando escasso, vamos mudando. A gente usa o peixe para comer ou trocar por outros alimentos”, disse o lavrador Edcarlos dos Santos, 40 anos.

“A comunidade não aceita a exclusão do rio. Ninguém sentou com a gente para falar sobre isso”, acrescentou Rosemeire.