OMS retira café da lista de possíveis causadores do câncer de bexiga

A Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou o café da lista de possíveis causadores do câncer de bexiga. O produto permaneceu nesta lista por 25 anos. O Departamento de Pesquisas sobre Câncer da organização deverá se pronunciar ainda nesta quarta-feira (15) sobre a revisão e deve também absolver o produto do risco de provocar outros … Leia Mais


ONU aprova declaração com meta de acabar com a Aids até 2030

Com o objetivo de acabar com a Aids no mundo até 2030, ministros, funcionários governamentais e representantes de organizações internacionais da área de saúde reuniram-se hoje (8), na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York, e aprovaram uma declaração política sobre ações para enfrentar a doença. O documento define um conjunto de metas … Leia Mais


Bahia tem 252 casos confirmados de microcefalia

Foram confirmadas 252 pessoas com microcefalia na Bahia, três a mais do que divulgado pelo Ministério da Saúde no último boletim. No estado, 1.119 casos foram notificados, sendo 212 descartados e 655 ainda em investigação. Em todo o país foram confirmados 1.551 casos da doença e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita. … Leia Mais


Estudo prova ser possível criação de vacina anticâncer

Cientistas da Alemanha e da Holanda descreveram uma nova estratégia de vacinação contra o câncer capaz de atacar os tumores, colocando em ação mecanismos do sistema imunológico que normalmente são acionados contra infecções virais. O estudo, publicado na quarta-feira, 1º, na revista Nature, mostra que a vacina induziu o sistema imunológico a responder fortemente contra … Leia Mais



H1N1: número de mortes no Brasil chega a 679, diz ministério


Chega a 679 o número de mortes relacionadas ao vírus H1N1 no Brasil, neste ano, de acordo com o último Boletim Epidemiológico de Influenza do Ministério da Saúde,divulgado nesta terça-feira (31). Em apenas uma semana, foram 91 novos óbitos pela doença. Em todo o ano de 2015, foram 36 mortes por H1N1 no país.

Até o último dia 23 de maio, foram registrados 4.153 casos de influenza de todos os tipos no Brasil. Deste total, 3.518 foram por influenza A (H1N1) – 530 casos a mais, em comparação ao último boletim, divulgado há uma semana. São Paulo foi o estado onde foram registrados a maior parte dos casos de morte por gripe A, com 45,6% dos casos (310/679). Rondônia, Acre, Roraima, Tocantins, Piauí e Sergipe não tiveram mortes registradas.

Veja o número de mortes por estado:

São Paulo (310 mortes);
Rio Grande do Sul (70);
Goiás (39);
Paraná (42);
Rio de Janeiro (34);
Santa Catarina (28);
Bahia (18);
Espírito Santo (20);
Minas Gerais (20);
Pará (17);
Mato Grosso do Sul (19);
Pernambuco (12);
Distrito Federal (10);
Paraíba (9);
Ceará (8);
Rio Grande do Norte (6);
Mato Grosso (5);
Amapá (4);
Alagoas (5);
Maranhão (1);
Outro país (1);

A região Sudeste concentra o maior número de casos (1.842) de influenza A H1N1, sendo 1.050 no estado de São Paulo.

Confira a relação de casos por estado:

São Paulo (1.050 casos);
Rio Grande do Sul (456);
Paraná (381);
Goiás (231);
Pará (132);
Santa Catarina (117);
Rio de Janeiro (108);
Distrito Federal (96);
Mato Grosso do Sul (121);
Bahia (84);
Espírito Santo (77);
Minas Gerais (73);
Pernambuco (42);
Ceará (28);
Rio Grande do Norte (14);
Paraíba (18);
Alagoas (17);
Mato Grosso (8);
Amapá (6);
Rondônia (7);
Acre (2);
Sergipe (3);
Amazonas (2);
Roraima (1);
Maranhão (1);
Piauí (1).

Segundo o Ministério da Saúde, mais de 45,7 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe neste ano. O valor representa 91,7% do público-alvo, que é formado por 49,8 milhões de pessoas consideradas de maior risco para desenvolver complicações causadas pela doença.


OMS recomenda 2 meses de sexo seguro após visitas a regiões com zika


A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou às pessoas que visitarem regiões com transmissão do zika vírus que mantenham durante dois meses relações sexuais com métodos contraceptivos. A recomendação foi feita nesta terça-feira (31).

De acordo com as orientações, caso sejam observados durante esse período sintomas de infecção por zika, como febre, erupções cutâneas, conjuntivite e dores musculares leves, o período de proteção deve ser estendido para seis meses. Em caso de gravidez de pessoas que vivem ou passaram por áreas de risco, a OMS recomenda sexo seguro por toda a gestação.

A organização lamentou em um relatório divulgado na segunda-feira (30) a falta de dinheiro para combater o vírus. Apenas US$ 2 milhões dos US$ 17 milhões solicitados pela OMS para as ações de combate a epidemia no mundo foram doados pela comunidade internacional.

O chefe do painel independente de especialistas sobre zika da OMS, David Heymann, acredita que apesar dos riscos a data da Olimpíada do Rio de Janeiro deve ser mantida. Segundo ele, adiar o evento daria uma falsa sensação de segurança.

“Pessoas entram e saem do Brasil todo o tempo para férias, negócios, para tudo. E para a Olimpíada são menos viagens, seria uma viagem só. Acontece nos meses de inverno, quando, esperamos, a transmissão (do vírus) seja menor”, disse Heymann à agência de notícias Reuters.


Dia Nacional de Combate ao Glaucoma alerta sobre a doença silenciosa


Estima-se que no Brasil o glaucoma acomete cerca de 2% da população. Apesar de o número parecer reduzido, representa mais de 1 milhão de brasileiros portadores da doença. Uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo, o glaucoma é causado pelo aumento da pressão ocular, o que provoca lesões no nervo óptico e leva ao comprometimento visual.

Para chamar a atenção para o problema, em 26 de maio é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, que visa a prevenção e a disseminação de informações sobre a doença, considerada silenciosa e traiçoeira. Isso se deve a dois motivos, conforme explica o Dr. Garone Lopes Filho, especialista em glaucoma do H.Olhos – Hospital de Olhos Paulista.

“O primeiro é pelo fato de que a pressão ocular costuma aumentar progressivamente, sendo que na grande maioria dos casos, os pacientes não sentem dor, baixa de visão ou qualquer outro sintoma. Em segundo lugar, é porque, no início, o glaucoma acomete a visão periférica, ou seja, a pessoa não perde a visão exatamente onde fixa ou olha diretamente, mas sim, nas laterais do ponto de fixação, o que torna a percepção desta perda da visão difícil de ser notada. Por fim, o paciente enxerga como se estivesse olhando por um tubo fino, sem qualquer visão lateral ou periférica, até perder, gradativamente, a visão central, levando à cegueira total e definitiva”, comenta o oftalmologista.

Tipos de glaucoma

O glaucoma primário de ângulo aberto é o mais comum, representando de 80% a 85% dos casos, e trata-se da forma silenciosa da doença. Outra manifestação é o glaucoma primário de ângulo fechado, que costuma provocar dor ocular ou na cabeça, embaçamento visual e olho vermelho desde o início, pois a pressão intraocular costuma subir rapidamente a níveis muito elevados.

Já um tipo menos conhecido de glaucoma é o congênito, identificado desde recém-nascidos até os primeiros anos de vida. É uma forma mais agressiva da doença, causando aumento significativo no tamanho do globo ocular, lacrimejamento, sensibilidade à claridade e perda do brilho nos olhos acometidos. Nestes casos, o tratamento cirúrgico é geralmente necessário desde o começo.

Grupo de risco

Com exceção do glaucoma congênito, a doença acomete com mais frequência pessoas acima de 40 anos de idade, negros e diabéticos. Pacientes com ascendência asiática e usuários de medicamentos como cortisona também estão predispostos a certos tipos de glaucoma. O histórico familiar também é relevante. Cerca de 6% das pessoas que enfrentam o problema já tiveram um caso na família.

Tratamento e controle

Para o tratamento, estão indicados determinados colírios para baixar a pressão ocular e evitar a lesão no nervo óptico, que é o que causa a perda da visão. A escolha do colírio irá depender do tipo do glaucoma e comumente pode ser necessário o uso de mais de um medicamento para o adequado controle da pressão ocular. Dependendo do tipo da doença ou quando os colírios falham na regulagem da pressão, são possíveis outras formas de tratamento, como o uso de laser ou até mesmo cirurgia.

“Outro motivo que pode comprometer o correto controle do glaucoma é a crença de que apenas baixar a pressão para menos de 21 mmHg garanta o equilíbrio do problema. A doença é bem mais complexa que a questão do valor da pressão ocular, e algumas outras informações, como aspecto do nervo óptico são extremamente essenciais para se estabelecer uma pressão ocular adequada. Portanto, só uma avaliação individual, feita por um oftalmologista, poderá definir o tratamento eficaz para cada paciente. É importante ressaltar também que o aumento da pressão ocular não está relacionado com a pressão sanguínea”, finaliza o especialista

*Notícias ao Minuto

Casos confirmados de microcefalia chegam a 247 na Bahia, diz Ministério da Saúde


O números de casos de microcefalia em investigação na Bahia até 21 de maio foi de 646, segundo divulgou nesta terça-feira (24) o Ministério da Saúde. O número de casos confirmados é de 247 – quatro casos a mais do que no último boletim, no dia 18. A Bahia é o segundo estado do país com mais casos confirmados, atrás de Pernambuco.

Em todo pais, o número de casos confirmados de microcefalia chegou a 1.434, 50 a mais do que no último balanço. Ao todo, foram 7.623 notificações desde o início das investigações sobre a doença, em 22 de outubro. Destes, 2.932 foram descartados e outros 3.257 ainda estão sob investigação.

Dos casos confirmados de microcefalia, segundo a pasta, 208 tiveram teste positivo para o vírus da zika.


Doenças infectocontagiosas podem afetar a saúde reprodutiva da mulher


As doenças infectocontagiosas são doenças de rápida transmissão provocadas por agentes patogênicos que são bactérias ou vírus. Cerca de 4,5 mil pessoas morrem por ano acometidas de algum tipo de doença infectocontagiosa. No público feminino, além dos sintomas comuns ao sexo, algumas delas podem ocasionar na fertilidade da mulher.

Segundo o infectologista da Hapvida Saúde, Lourival Rodrigues, é preciso que as mulheres estejam atentas aos sintomas. “As doenças infectocontagiosas alteram a saúde da mulher, podendo afetar negativamente a sua função reprodutiva. Quando acometidas durante a gravidez, as doenças infecciosas assumem especial importância e colocam três questões particulares, como o tratamento da doença da mãe, o efeito da infecção no curso da gravidez e a influência sobre o feto não só da doença materna, mas também do tratamento utilizado”, ressaltou.

Nesse público as doenças mais comuns pertencem a um grupo importante de doenças que são: toxoplasmose, sífilis, varicella-zoster, rubéola, cytomegalovirus e herpes genital. Além destas principais, existem outras doenças que podem ser transmitidas sexualmente como: blenorragia, infecções por clamydia trachomatis, verrugas genitais, tricomoníase vaginal, vaginose bacteriana, infecção pelo HIV e SIDA, hepatite B, brucelose e tuberculose.

O especialista orienta cuidados e formas de prevenir tais doenças. São elas:

1.      Imunização por meio de vacinas, tal como a rubéola, hepatite B e varicela antes da gravidez;

2.      No caso da toxoplasmose, a prevenção se faz da seguinte forma;

3.      Evitar o contato próximo com animais domésticos, nomeadamente gatos, e a utilizar luvas, se houver necessidade de manusear o recipiente dos dejetos;

4.      Utilizar luvas quando praticarem jardinagem;

5.      Ingerir alimentos bem cozidos, em particular carne e ovos;

6.      Lavar cuidadosamente as frutas e verduras;

7.      No caso da Rubéola, a vacinação generalizada é o principal meio de prevenção. Em cerca de 3% dos casos, a vacina não é eficaz e, por essa razão, justifica-se que na consulta pré-concepcional, se confirme a imunidade;

8.      Mulher não grávida, não imunizada deve ser vacinada, devendo evitar a gravidez por 90 dias;

9.      Caso a grávida não estiver imunizada, logo após o parto deve receber a vacina. Não é contra-indicado o aleitamento materno.