Deslizamentos em cidade peruana destroem cemitério e arrastam 2 mil corpos

Cerca de 2 mil corpos do cemitério de Mampuesto, na cidade peruana de Trujillo, foram arrastados pelos deslizamentos que castigaram a cidade na semana passada, informaram as autoridades regionais. “Calcula-se que no local estavam enterrados pouco mas de 6 mil mortos. Após os deslizamentos, teriam ficado 4 mil”, declarou o prefeito do distrito de El … Leia Mais



Menino de 12 anos engravida jovem na Índia

Um jovem de doze anos de idade foi considerado pai mais novo na Índia, escreveu o jornal Indian Express na sexta-feira(24). O filho do rapaz do estado indiano de Querala nasceu em novembro de 2016 na cidade de Cochim. Naquela época, a mãe de 17 anos de idade declarou que o menino de 12 anos … Leia Mais


Mãe e filha morrem em intervalo de meia hora em dois acidentes na mesma via


Mãe e filha morreram num intervalo de apenas 30 minutos em diferentes acidentes de carro na mesma estrada, nos Estados Unidos. Julia Yates Patterson, de 39 anos, bateu enquanto dirigia perto de sua casa, no estado do Alabama, e teve morte instantânea, às 15h do horário local. Meia hora depois, sua filha Elizabeth, de 8 anos, atravessava a via e foi atropelada por um carro. A menina havia acabado de descer do ônibus escolar.

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Segundo a polícia do Condado de Dekalb, os acidentes foram registrados na terça-feira, nas proximidades da residência da família, na Estrada Alabama.

Kevin Patterson, viúvo Julia e pai da criança, registrou a dor da perda dupla — e da infeliz coincidência — em relato no Facebook.

“Eu não posso acreditar que isso seja real… Eu realmente não sei como me sentir. Qualquer um que me conhece, sabe o quanto eu amava Elizabeth (…) E com todos os nossos problemas, eu ainda estava profundamente apaixonado por Julie. Diga-me isso é apenas um sonho ruim, por favor, Deus!”, escreveu Kevin.

Depois das mortes, o pai criou uma página e uma campanha que angariasse dinheiro para ajudar no custeio dos funerais.

Agência O Globo

Alto consumo de vídeos online coloca em xeque o futuro da televisão


Hoje, o mundo todo assiste a mais de 1 bilhão de horas de vídeo todos os dias no YouTube, segundo o Google. É como se todos os 7,5 bilhões de habitantes da Terra tivessem uma cota diária de oito minutos de vídeos no serviço. Se a estatística considerar só os conectados – cerca de 3,4 bilhões de pessoas, segundo a União Internacional de Telecomunicações -, essa taxa salta para 17 minutos de vídeo por dia.

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O serviço de streaming Netflix exibe séries e filmes por 116 milhões de horas todos os dias, enquanto a ferramenta de vídeo ao vivo do Facebook registra o consumo de mais 100 milhões de horas de vídeo diárias. As métricas das três empresas mostram o potencial da internet para o consumo de vídeos e como isso pode mudar profundamente nossa relação com a TV na próxima década.

Os números do vídeo online são tão impressionantes, que levaram Reed Hastings, presidente executivo da Netflix, a fazer uma previsão ousada. “Em dez ou 20 anos, 90% do que as pessoas vão assistir estará online”, disse ele na feira de tecnologia Mobile World Congress, realizada no fim de fevereiro em Barcelona, na Espanha.

Conectado

Nos Estados Unidos, há anos se discute um fenômeno chamado “cord cutter” (cortar o cabo, em tradução literal), que dá nome a um tipo de usuário que deixa de pagar pela TV por assinatura para assistir a vídeos apenas pela internet, seja em sites gratuitos, como o YouTube, ou serviços de streaming, como Netflix. Controverso, o conceito pode ganhar força com um novo tipo de serviço, oferecido por grupos como a operadora AT&T (DirecTV Now) e o próprio YouTube (YouTube TV).

Por uma assinatura mensal em torno de US$ 40, usuários podem assistir a um pacote de canais, como acontece hoje na TV paga, em transmissões em tempo real ou escolhendo vídeos sob demanda. A diferença? Tudo acontece pela internet, sem necessidade de cabos, antenas, satélites ou de visitas de instalação. “O YouTube TV é a TV reimaginada para a geração YouTube”, disse Christian Oestlien, diretor de produto do YouTube, ao anunciar a plataforma, em fevereiro. Os dois serviços estão disponíveis só nos EUA.

Por enquanto, porém, parece precipitado afirmar que todos estão “cortando” a TV paga. Hoje, a TV ainda é importante no entretenimento do País: segundo dados da Kantar Ibope Media, o brasileiro assistiu no ano passado, em média, 6 horas e 17 minutos de televisão por dia, entre TV aberta e fechada.

Recentemente, a TV paga tem perdido assinantes no País, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Porém, a queda acontece em tecnologias mais simples, como parabólicas e cabo, que sofrem cortes na crise econômica. Para Oscar Simões, presidente da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), o momento é de renovação, mas há espaço para a TV paga.

“Haverá uma coexistência: hoje, já temos 35 canais pagos no Brasil que também oferecem streaming, vinculados à assinatura de TV”, diz Simões. Há quem discorde. “O modelo dos pacotes com inúmeros canais não fica mais de pé”, diz Mauro Garcia, presidente da Bravi, entidade que representa produtores brasileiros de audiovisual.

Juventude

Em pesquisa global feita pela consultoria Nielsen no início de 2016, 72% dos entrevistados responderam que pagam por TV; apenas 26%, por sua vez, gastam com vídeo por demanda. “Para a maioria dos telespectadores, serviços tradicionais e vídeo online não são mutuamente excludentes, mas complementares”, diz José Calazans, consultor da Nielsen.

O mesmo estudo da Nielsen, porém, revela que um terço dos assinantes de TV paga pensa em trocar o serviço para apenas ver vídeos pela web. Essa fatia cresce entre os usuários de 15 a 20 anos (40%) e millennials (38%, de 21 a 34 anos), mas bem menor entre espectadores mais velhos – 15% entre usuários entre 50 e 64 anos e apenas 9% para quem tem mais de 65 anos. A intenção não se reverte, necessariamente, no fim da assinatura. Ainda assim, a disparidade impressiona.

“O jovem de hoje não entende o que é grade de programação. A criança simplesmente acessa o que quer ver no Netflix ou no YouTube”, explica Fábia Juliasz, diretora de medição da Kantar Ibope Media.

Hoje, esse público sintoniza o que pode ver de graça na web ou o pacote de TV paga dos pais. Em dez anos, não é difícil imaginar que poucos deles pagarão por TV por assinatura tradicional, mas poderão assinar serviço de vídeo pela internet. Nos EUA, esse grupo já ganhou nome: “cord never” – em tradução literal, “cabo, nunca”.

Algoritmo

Para os analistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, a forma de transmissão será menos importante que o conteúdo. “Hoje, a melhor tela para assistir vídeo é a que está mais perto”, diz José Calazans, da Nielsen.

O que o YouTube tem hoje parece uma boa prévia do futuro: uma biblioteca enorme de vídeos, que pode ser explorada via busca ou por meio da recomendação de algoritmos capazes de aprender com as preferências do espectador.

Nos próximos anos, cada pessoa será seu próprio programador de TV: elas vão montar uma sequência de vídeos personalizada, sem obedecer a uma estrutura generalista. “Ainda vai demorar um tempo, mas o consumidor é quem vai ditar as regras”, diz Mauro Garcia, da Bravi. Com informações do Estadão Conteúdo.


Filhos interrompem entrevista ao vivo de professor para a BBC e vídeo viraliza


O assunto da entrevista que o professor Robert Kelly concedia à rede britânica BBC, nesta sexta-feira (10), era o impeachment da presidente da Coreia do Sul. ‘Era’ porque a participação ao vivo, pela internet, acabou virando a própria notícia, após as participações especiais – e inesperadas – de seus filhos.

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Primeiro, uma menina entra caminhando alegremente na sala, na transmissão que era feita direto de Busan, na Coreia do Sul. O pai, a princípio, não nota. “Acho que um dos seus filhos acaba de entrar”, avisa o apresentador. Kelly sorri e tenta enxotar a pequena.

Mas a coisa piora. Lá atrás, um bebê entra na sala em um andador. Em seguida, surge a mulher do professor desesperada correndo atrás das crianças. “Desculpe-me. Desculpe-me”, limita-se a dizer o analista. “Perdão. Desculpa”, conclui, com um sorriso desconcertado.

Apesar da situação embaraçosa, Kelly conseguiu manter a compostura e terminar a entrevista. Mas as crianças não ficaram muito felizes com a ‘expulsão’ – é possível ouvir o choro lá fora enquanto ele conclui sua fala.

“Robert, muito obrigado. Há uma primeira vez para tudo. Acho que as crianças precisam de você”, disse o apresentador, ao se despedir e o vídeo se tornar um dos assuntos mais comentados da internet. Assista.

Correio24


Homem encontra Pokémon raro, sofre ataque cardíaco e morre


Um homem de 67 morreu após encontrar um monstrinho raro enquanto jogava Pokémon Go em Singapura, na Ásia.

De acordo com o Correio Braziliense, sua mulher afirmou à imprensa local que ele estava na área do hotel Marina Bay Sands e acabou ficando muito emocionado com a conquista e, em seguida, sofreu um ataque cardíaco.

Após o problema ela foi levado para um hospital, ainda vivo, mas não resistiu.


Nasa revela descoberta de 7 planetas semelhantes à Terra


A Administração Nacional do Espaço e da Aeronáutica (NASA) promoveu na manhã desta quarta-feira (22)  uma coletiva de imprensa para anunciar a descoberta de 7 novos planetas no sistema planetário da estrela TRAPPIST-1, localizada a 40 anos-luz do Sol.Nasa_planetas

Segundo a NASA, três destes planetas estão implantados na chamada “zona habitável” e podem conter oceanos de água em suas superfícies, o que abre a possibilidade para que o sistema tenha condições de abrigar vida.

De acordo com artigo publicado na revista “Nature”, o sistema tem sete planetas com um tamanho próximo ao da Terra, localizados em uma zona com temperatura entre 0ºC e 100ºC, o que segundo a agência espacial é um recorde de planetas deste tamanho e nessa zona temperada.

Desde a descoberta destes primeiros três exoplanetas, há cerca de 10 meses, os pesquisadores monitoraram a TRAPPIST-1 a partir do solo, com o Telescópio Liverpool, na Inglaterra, e do espaço, com a ajuda de equipamentos da agência espacial dos EUA.

Com esse monitoramento, as estimativas iniciais apontam que os seis planetas mais próximos da estrela anã têm massas que são semelhantes à da Terra, além de possivelmente terem estruturas rochosas.