Presidente Temer é hostilizado ao chegar em local de desabamento de prédio em SP; veja o vídeo


O presidente da República, Michel Temer foi hostilizado ao chegar no local onde houve o desabamento de um prédio, no Largo do Paissandu, no Centro de São Paulo, na manhã da última terça-feira (01). O prédio que pegou fogo e em seguida desabou é do governo federal.

Ao chegar, Temer foi recebido aos gritos de “golpista”. Um grupo de pessoas que estava próximo chegou a atiraram objetos em direção à comitiva, de acordo com informações da TV Globo. Assustado, o presidente falou rapidamente à imprensa e saiu do local para não ser agredido.

Conforme relatou o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), o trabalho de remoção dos escombros vai levar pelo menos uma semana. Segundo ele, o prédio pertencia à União e 150 famílias já estavam cadastradas junto à Secretaria da Habitação. Destas, 25% eram estrangeiros.

Covas também declarou que não cabe à Prefeitura retirar as pessoas do local. O pedido de reintegração de posse tem que ser feito pelo dono do prédio.71 famílias já foram atendidas pela Secretaria de Assistência Social e 191 pessoas já foram encaminhadas para abrigos. Elas vão receber água e alimentação, segundo a prefeitura.


Mulher chama a polícia após ter quarto invadido por gambá


Uma americana da Flórida ligou para o telefone de emergência da polícia após seu quarto ter sido invadido por um gambá.

A polícia do condado de Palm Beach disse que a moradora Dagne “Dee” Kuiper,de 53 anos, moradora de Lantana, ligou para o telefone 911 no sábado (14) para pedir ajuda.

Dagne disse que o gambá urinou em sua cama antes de subir na cabeceira, de onde se recusava a sair. A polícia postou uma foto dos policiais tirando o animal de dentro da gaveta da cabeceira da cama.

O gambá, que era um filhote, foi devolvido à naturera, segundo a polícia.

G1


Presidente de Uganda proíbe sexo oral no país; “A boca é para comer, não é para fazer sexo”


O Presidente de Uganda, Yoweri Museveni, conhecido por criminalizar a homossexualidade, criando leis anti-LGBT, mais uma vez chamou a atenção com suas filosofias proibindo a prática do sexo oral no país.


De acordo com o Correio da Manhã, Meseveni culpa os estrangeiros pela banalização da prática e revelou que está preparando uma campanha, com cartazes e anúncios de televisão, contra o sexo oral.

“A boca é para comer, não é para fazer sexo. Nós sabemos qual é a ‘morada’ do sexo, sabemos onde é que deve ir”, defendeu o presidente em discurso público nesta semana.

Em 2014, ano em que introduziu a lei anti-homossexual, Meseveni defendeu publicamente que a prática de sexo oral causava lombrigas e outros parasitas. Yoweri Museveni está à frente do país há mais de 30 anos.


Mulher grávida enterrada durante a Idade Média “deu à luz” dentro do túmulo


Uma descoberta macabra na Itália trouxe à tona um raro fenômeno ocorrido na Idade Média. Um grupo de arqueólogos que trabalhava em túmulos em Ímola descobriu os restos mortais de um adulto juntamente com os de um bebê entre as suas pernas.

Análise mais detalhada mostrou que o corpo era de uma mulher e que os arqueólogos estavam presenciando um “nascimento em túmulo”, ou seja, o bebê foi expelido do útero depois que a mãe foi enterrada.

Ainda permanece um mistério a forma como a mulher, que tinha entre 25 e 35 anos, morreu, mas marcas no crânio sugerem que ela tenha passado por algum tipo de cirurgia uma semana antes do óbito. No funeral da mulher, o bebê já estaria morto.

Um relato do caso foi publicado na revista médica “World Neurosurgery”. Suspeita-se que a mulher, que estava grávida de 38 semanas, tenha sofrido pré-eclâmpsia ou alguma doença relacionada à hipertensão.

Os estudiosos ainda acreditam que o método cirúrgico aplicado na mulher foi a trepanação (técnica cirúrgica que consiste em perfurar um orifício em um osso) e que esse é o único caso já visto de uma grávida associada ao fenômeno de extrusão fetal pós-morte.

 


Vereadora do PSOL e militante política, Marielle Franco é morta a tiros no Rio de Janeiro


A vereadora do PSOL, Marielle Franco, foi morta a tiros na noite desta quarta-feira (14), em plena praça pública no bairro do Estácio, na Região Central do Rio de Janeiro. A Delegacia de Homicídios trabalha com a hipótese de execução.

De acordo com o G1, Marielle foi baleada dentro do carro, na Rua Joaquim Palhares, de acordo com os policiais do 4° BPM (São Cristóvão). Além da vereadora, o motorista do carro, Anderson Pedro Gomes, também morreu baleado. Outra passageira, assessora de Marielle, foi atingida por estilhaços e sobreviveu.

A vereadora era aliada do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que ficou em segundo lugar na eleição para prefeito do Rio. O deputado disse que todas as características apontam para execução e diz que vai cobrar providências.

Ainda segundo Freixo, nem o partido e nem a família de Marielle sabiam de ameaças contra a vereadora. Para o deputado, a morte de Marielle “é um crime contra a democracia, um crime contra todos nós.”

Marielle, que era militante das causas feministas e sociais voltava do evento “Jovens Negras Movendo as Estruturas” quando foi abordada pelos criminosos e executada. A morte dela pode estar relacionada a sua militância política. Marielle presidia a Comissão da Mulher e, no último mês, foi nomeada relatora da comissão que vai acompanhar a intervenção das Forças Armadas no Rio, com o objetivo que coibir abusos do Exército.

Nas eleições de 2016, Marielle foi a quinta vereadora mais votada do Rio, com 46.502 votos. No sábado (10), a vereadora fez uma publicação no Facebook denunciado policiais do 41º Batalhão da PM do Rio, que estariam aterrorizando e violentando moradores da Favela de Acari, localizada na Zona Norte.

Ela é formada em sociologia pela PUC-Rio e mestra em Administração Pública pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Já exerceu funções em organizações da sociedade civil como a Brasil Foundation e o Centro de Ações Solidárias da Maré (Ceasm).