Ator da Record é clicado beijando homem em festa no Rio de Janeiro

Fora da mídia por um tempo, Leonardo Vieira voltou a ser assunto nas redes sociais nesta sexta-feira (30), após fotos dele beijando um homem em na festa “Heróis Safados”, que aconteceu na última quarta-feira (28) no bairro de Botafogo, Rio de Janeiro, serem divulgadas pelo portal Ego. Nos cliques, o ator aparece sem camisa beijando um … Leia Mais


VIP: Anitta e Almodóvar curtem praia juntos na Bahia

Depois de fazer show na Praça Cayru, na noite desta quarta-feira, 28, e participar das apresentações de Claudia Leitte e É o Tchan madrugada afora, Anitta tirou o dia para passear na Baía de Todos os Santos em boa companhia. Em postagem no Instagram de Paula Lavigne, empresária de Caetano Veloso, a bela aparece ao … Leia Mais



Depois de vestido, Solange Almeida presenteia fã com lingerie após pedido na web


Solange Almeida anunciou nesta sexta-feira (23), que vai deixar a banda ‘Aviões do Forró’ e pegou muito fã de surpresa. Antes de toda a repercussão nas redes sociais, a cantora postou uma foto de lingerie e uma seguidora disse que adoraria ter peças como aquelas. Prontamente a artista perguntou qual era o tamanho da moça, pois mandaria algumas pra ela.

Essa não é a primeira vez que Solange Almeida presenteia uma fã depois receber um pedido na web. Em setembro deste ano a baiana viu um comentário de um a moça na foto que ela postou do look que usou no casamento do cantor sertanejo Rodolffo, da dupla com Israel.

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A conversa começou quando uma seguidora elogiou a escolha de Solange Almeida. “Linda e perfeita você está. Meu Deus, esse modelito, vou tentar copiar para o casamento da minha filha. Um arraso”, escreveu ela, que teve a resposta da cantora: “Eu lhe empresto! Você usa qual tamanho? Porque assim você não gasta”. Surpresa, a internauta disparou: “Não é possível. Devo estar sonhando. Meu Deus. Verdade mesmo? Imagina. É sonho. Caracaaa”.

Contente em poder ajudar, Sol falou sobre o acontecido e a fã mostrou nas redes a peça que chegou em sua casa.


“Show sem economia de alegria”, diz Pezzoni sobre Eva Convida nesta quinta (22)


Já é verão em Salvador e com direito a festa de segunda à segunda. O próximo show para incluir na agenda é o Eva Convida, nesta quinta-feira (22), com a participação do cantor Tuca Fernandes. O agito acontece em um novo lugar: o Cerimonial Rainha Leonor – também chamado de Pupileira -, às 22h. Os ingressos custam R$ 60.

Em entrevista ao iBahia, Felipe Pezzoni, cantor da banda, contou que este é o projeto para iniciar os trabalhos de verão da banda. “Estou muito ansioso com esse encontro. É muito bom tocar em casa e levar esse show para Salvador. Já rodamos o Brasil inteiro com a apresentação e preparamos um repertório caprichado para a nossa terra. É para se sentir em casa”, conta.

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Além das clássicas canções da banda Eva e do novo CD Simplesmente, Pezzoni conta que o show terá o lançamento de uma música inédita que deve se chamar ‘Amuleto’. “Será um show sem economia de alegria”, diz o cantor. O plano, segundo ele, é divulgar novas músicas até o Carnaval e, ao final da folia momesca, gravar um DVD.

Carnaval

A grande novidade da banda Eva para o Carnaval será o ‘Bloquinho do Forte’, em Praia do Forte, um dos principais destinos turísticos no Litoral Norte da Bahia. A festa, que acontece dia 26 de fevereiro, irá estrear um novo circuito da folia em Praia do Forte, também tendo como atração o cantor Jau.

Programada para iniciar às 17h do domingo de folia, o público do Bloquinho do Forte, que espera receber 3.500 pessoas, terá à disposição estrutura como praça de alimentação. A classificação é de 16 anos. Os valores são: R$ 140 (masculino) e R$120 (feminino).

Outra programação, além do Bloco Eva na sexta e no sábado, será a Pipoca do Eva na quinta-feira de Carnaval e uma apresentação no Camarote Salvador. A banda também fará apresentações em outros estados.


Fátima Bernardes e William Bonner negam possível reconciliação


Quatro meses após anunciarem a separação, William Bonner e Fátima Bernardes viram seus nomes envolvidos em boatos de que estariam se reaproximando. Os apresentadores teriam ensaiado uma reconciliação após a morte do pai de William, mas a informação logo foi negada por sua assessoria de imprensa.

                                                                                       Foto: Ag.News

“A informação não procede, os dois continuam amigos mas não voltaram a ser um casal”, disse ao colunista Leo Dias, do jornal ‘O Dia’. Fátima, por sinal, chegou a se emocionar na última semana ao falar da morte do seu sogro durante o ‘Encontro’.


Jornalista Celso Nascimento é condenado à prisão por injúria e calúnia


Colunista do jornal Gazeta do Povo, o jornalista Celso Nascimento foi condenado por injúria e calúnia em processo movido contra ele pelo atual presidente do Tribunal de Contas do Paraná, Ivan Bonilha. A sentença recebida por Nascimento determina o cumprimento de nove meses e dez dias de detenção, mas o fato da pena ser menor de que 12 meses, fez com que a condenação fosse substituída pela multa de R$ 8.800.

O processo judicial foi motivo por uma nota publicada na “Gazeta do Povo” sobre o atraso na construção do metrô de Curitiba. Publicado em novembro de 2014, o comentário de Nascimento afirmava que o processo da licitação do metrô “jazia” no gabinete de Bonilha.

O presidente do Tribunal negou à Folha de S. Paulo ter atrasado o processo de licitação, que teria passado menos de 48 horas em seu gabinete.

Bonilha também disse ter se sentido ofendido pelo fato de a nota sugerir que ele agia sob tutela governador Beto Richa (PSDB-PR), adversário político de Gustavo Fruet (PDT), prefeito de Curitiba. A sentença foi proferida pelo juiz Plínio Augusto Penteado de Carvalho, da 13ª Vara Criminal de Curitiba. A Gazeta do Povo avisou que irá recorrer à decisão.

A ANJ (Associação Nacional de Jornais), a Abert (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão) e a Aner (Associação Nacional dos Editores de Revistas) emitiram nota conjunta atestando: “A atual decisão judicial é um ataque à liberdade de expressão e ao livre exercício do jornalismo”.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO

‘Afirmar a negritude não é só denunciar o racismo’, diz músico do grupo IFÁ


A banda lança disco pelo Natural Musical e apresenta uma parte do trabalho inédito no Festival Sangue Novo, sábado

“Afirmar a negritude não é só denunciar o racismo, é falar da grandeza e da diversidade que essa matriz tem”. A fala do baixista da banda IFÁ, Fabrício Mota, 36 anos, ilustra bem a proposta do grupo baiano em seu primeiro álbum, Ijexá Funk Afrobeat, recém-lançado pelo Natura Musical e disponibilizado para download gratuito no site da Natura.

Levantando a bandeira da música instrumental de matriz africana, o grupo, antes chamado de I.F.Á. Afrobeat, bebe na fonte do gênero criado pelo músico e ativista nigeriano Fela Kuti (1938-1997). Mas quem escutar o álbum  ou for conferir o show que o IFÁ apresenta sábado, dentro do Festival Sangue Novo, no Museu Du Ritmo, vai ver que o som tem um tempero a mais.

O IFÁ é formado por Alexandre Espinheira, Juliano Oliveira, Prince Addamo, Átila Santtana, Normando Mendes, Jorge Dubman, Fabricio Mota, Vinicius Freitas e Léo Couto. O figurino é assinado por Goya Lopes
(Foto: Fernando Gomes/Divulgação)

Longe de ser um trabalho de afrobeat clássico, o novo álbum do IFÁ mergulha na sonoridade baiana e traz influências do candomblé, gegê e ijexá, só para citar algumas. Samba-reggae, rock, sintetizadores e elementos da música de blocos-afro também fazem parte do universo sonoro do grupo, que lança oficialmente o trabalho dia 21 de janeiro, com show no Pelourinho.

“Esse diferencial tem a ver com a raiz mesmo, da África. É ancestralidade. Às vezes a coisa incorpora, sabe? É forte. Temos esse dendê, esse tempero que é diferente e a galera sente a energia”, explica o baterista Jorge Dubman, 35.

Para reforçar a proposta, o IFÁ convidou importantes representantes da música instrumental baiana para participar do trabalho que sucede o EP do grupo criado em 2013:  o músico e maestro Letieres Leite, o percussionista Gabi Guedes, os guitarristas Robertinho Barreto ( BaianaSystem), e Junix, além do trompetista Guiga Scott.

Ancestral
Nove músicas inéditas fazem parte do disco Ijexá Funk Afrobeat, gravado no estúdio do Ilê Aiyê e masterizado por Felipe Tichauer. Dessas, oito são autorais e a faixa Quintessência é um presente composto por Letieres Leite, fundador da Orkestra Rumpilezz.

“A gente não tinha como fazer esse disco sem Letieres. A Rumpilezz abriu um espaço muito grande para outros trabalhos como o IFÁ”, destaca Fabrício Mota. “Letieres é um dos caras que primeiro levantou essa bandeira em Salvador e apoiou o IFÁ desde o começo”, completa o guitarrista Átila Santtana, 33, que assina a produção do disco com Jorge Dubman e Fabrício Mota.

Um dos principais representantes da percussão afro- religiosa baiana, com atuação na Orkestra Rumpilezz e no projeto Pradarrum, o percussionista Gabi Guedes destaca que o mais importante no trabalho do IFÁ é a dedicação à percussão ancestral, aos ritmos afro-religiosos que vêm dos terreiros de candomblé.

A capa do disco do IFÁ é assinada por Gian Paolo La Barbera

“Foi muito gratificante, foi uma honra ter participado desse trabalho e mostrado um pouco dessa realidade rítimica que nós desconhecemos – quando digo nós me refiro a 70% dos percussionistas baianos”, sinaliza Gabi Guedes. “Estou agradecido pra caramba em poder focar na nossa originalidade cultural. O IFÁ está abrindo portas”, completa o percussionista.

Ao afirmar com admiração que Gabi Guedes “é o maior fornecedor de conhecimento no campo dos toques afro”, o guitarrista Átila Santtana destaca que todos os convidados do IFÁ são muito influentes na história do grupo.

“Isso é uma grande responsabilidade que a gente assumiu de peito aberto. Foi um processo de aprendizado incrível, de estar em estúdio, congregar ideias e transformar esse conceito afrocentrado em discuros de cunho social mesmo”, comemora Átila, que forma o IFÁ ao lado de Fabrício Mota (baixo), Jorge Dubman (bateria), Vinicius Freitas (sax barítono), Normando Mendes (trompete), Léo Couto (sax tenor), Alexandre Espinheira (percussão), Prince Áddamo (guitarra) e Juliano Oliveira (teclados).

Conexões
Representante da música instrumental baiana, o IFÁ realiza um projeto paralelo chamado Conexões Atlânticas. A proposta é reunir artistas de países africanos e outros conectados pelo Atlântico que sejam herdeiros da música africana. O primeiro passo aconteceu com a cantora nigeriana Okwei Odili, com quem o grupo gravou seu EP de estreia. Outros nomes já surgiram, como o rapper ganês Blitz The Ambassador e o inglês Mikill Pane.

“Isso tem a ver com nosso próprio mergulho de autoconhecimento. A afirmação da negritude ganhou um novo capitulo”, destaca Fabrício. “Valorizamos a busca de identidade, pra gente se reconhecer e talvez se surpreender. Precisamos reconhecer a Diápora como um elemento que é vivo, não como um passado que é estático”, completa.

Correio24horas