H1N1 volta e exige cuidados com bebês, grávidas e idosos

Em 2015, não houve nenhum registro da doença na Bahia, mas no início de 2016, ela está e volta Ela andava escondida nos últimos anos, no entanto, há cerca de vinte dias um aumento inesperado de procura por atendimento nas emergências e postos de saúde de Salvador despertou o alarme para o reaparecimento da gripe … Leia Mais


“O poder não é nosso, o poder é do povo”, afirma Temer

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) utilizou o seu perfil no Twitter para se defender de acusações de que estaria interferindo em processos judiciais. Na tarde desta quinta-feira (31), o peemedebista escreveu que ajudou a estruturar o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Polícia Federal. Além disso, o vice também afirmou que “no país, casa … Leia Mais


Dilma reafirma que impeachment sem crime de responsabilidade é golpe

A presidente Dilma Rousseff reafirmou em discurso nesta quarta-feira (30), durante cerimônia de lançamento da terceira fase do Programa Minha Casa, Minha Vida, no Palácio do Planalto, que o processo de impeachment aberto contra ela é golpe. Segundo ela, na ação que tramita na Câmara dos Deputados, não há crime de responsabilidade, apesar de o … Leia Mais


MPF ajuíza ações contra municípios para que implantem ponto eletrônico em unidades de saúde

O Ministério Público Federal na Bahia (MPF-BA) ajuizou oito ações civis públicas para obrigar as prefeituras a implantarem o ponto eletrônico biométrico para controle de frequência de servidores públicos da área de saúde vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente os médicos e odontólogos. As ações são contra os municípios de Belmonte, Eunápolis, Guaratinga, … Leia Mais


Prefeitura inicia recadastramento para beneficiários do Minha Casa Minha Vida

A prefeitura de Salvador inicia nesta quarta-feira (30) a atualização cadastral dos beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida. O recadastramento, que é gratuito, será realizado por conta dos novos critérios estabelecidos pelo Decreto nº 27.090, publicado no Diário Oficial do Município do último dia 14, em atendimento à portaria nº 412 do Ministério das … Leia Mais


PT convoca para manifestação pró-governo no dia 31 de março


O Partido dos Trabalhadores divulgou um vídeo no Facebook convocando a população a participar de um ato pró-governo que está marcado para o dia 31 de março em diversas cidades do país.

O partido destaca que a manifestação será “em defesa dos direitos dos trabalhadores, da democracia, da reforma política e da Petrobras”.

Na semana passada, o presidente do PT Rui Falcão já havia divulgado um vídeo convidando militantes para o protesto que o petista chama de “grande agito”.

“Quero convocar todos vocês para um grande agito no dia 31. Vamos nos mobilizar em todas as cidades. PT na rua em defesa da democracia, da Petrobras e dos direitos dos trabalhadores. Contra a corrupção: reforma política. Democracia sempre mais, ditadura nunca mais”, diz o presidente da sigla no vídeo divulgado na página do PT.

Falcão explica: “Nós vamos nos mobilizar em todas as cidades, fazer pequenos atos, plenárias, panfletagem. PT na rua em defesa da democracia, da Petrobras, dos direitos dos trabalhadores e contra a corrupção e reforma política”.

A divulgação do evento recorda que no dia 31 de março de 1964 o Brasil foi vítima de um golpe. “Golpe, nunca mais! Dia 31, todos às ruas para defender a democracia”, cita uma publicação no Facebook.


PMDB decide permanência no governo Dilma na terça-feira


O PMDB decide na terça-feira (29) sobre a permanência na base de apoio do governo Dilma Rousseff (PT). A sigla, presidida pelo vice-presidente da República, Michel Temer, marcou para as 15h da terça-feira, a votação sobre a permanência no governo. A eleição será realizada em um dos plenários da Câmara dos Deputados e pode mudar a condução dos trabalhos no Planalto e no Congresso.

Michel Temer cancelou a viagem que faria para Portugal, nesta segunda-feira (28), a pedido de correligionários. Os peemedebistas contam com a articulação de Temer. Na última quarta-feira (23), o vice-presidente se reuniu com o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB e um dos principais opositores de Dilma, para uma conversa sobre a situação política do país.

No mesmo dia, as articulações ocorreram do outro lado,  em encontros do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ex-senador José Sarney (PMDB-AP) e de outras lideranças peemedebistas alinhados com o governo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Diante da ameaça de desembarque político do principal partido da base aliada, Dilma disse, em declarações na última semana, querer “muito que o PMDB permaneça” no governo, mas disse que vai respeitar a decisão da legenda.


Dilma afirma que aguenta pressão e analisa alternativas para evitar impeachment


Sob intenso cerco político, Dilma Rousseff deixou impressionados os ministros com quem conversou nesta semana. Não sem motivo: com uma frieza a toda prova, ela expôs planos de governo para os próximos dias, meses e até para 2018. “Podem ficar tranquilos porque eu aguento bem a pressão. Sou resistente”, disse a presidente, ainda gripada, em uma das reuniões com a equipe.

Sem tempo, Dilma trocou a leitura frenética de livros pela análise minuciosa de mapas de votação na Câmara, onde uma comissão com 65 deputados vai definir o destino do impeachment. Ampliou o escopo, mirando em mais do que os 171 votos necessários para barrar o processo no plenário, e exibiu habilidade em decorar o Estado de cada parlamentar a ser fisgado.

A ordem é abrir o cofre, atender os aliados fiéis, desalojar os “traidores” e dividir o PMDB, que na terça-feira deve oficializar o divórcio do governo. Na estratégia do “tudo ou nada”, Dilma partiu para o varejo das negociações políticas, virou uma espécie de “ouvidora” dos insatisfeitos, coisa que sempre abominou, e montou um gabinete de crise permanente.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve a nomeação suspensa como ministro da Casa Civil e aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal para saber se poderá assumir o cargo, atua de longe na coordenação geral dos trabalhos, sem pisar no Palácio do Planalto.

A batalha de comunicação do governo é agora direcionada para “vender” a imagem de Dilma como mulher “guerreira”, que lutou contra a ditadura e hoje enfrenta um “novo modelo de golpe”. Todos os dias, Dilma recebe no Planalto ou mesmo na residência do Alvorada líderes e dirigentes de partidos aliados, além de ministros do PMDB. Pede apoio e promete mudanças.

Deputados do PP e do PR informaram a ela que será difícil manter o aval ao governo se o PMDB desembarcar e alertaram sobre um possível efeito dominó em outros partidos.

“Foi um aviso de que o gato subiu no telhado. A ficha dela caiu, mas, por incrível que pareça, não se abateu”, contou um dos deputados que estiveram com a presidente. “Parece que, se morrer, vai morrer lutando”.

Numa contraofensiva arriscada, o governo decidiu, na quinta-feira, desafiar o vice Michel Temer – que comanda o PMDB e é chamado por petistas de “chefe da facção” -, exonerando o presidente da Funasa, Antônio Henrique de Carvalho Pires, homem de sua confiança.

Nos bastidores, auxiliares de Dilma afirmam que tudo será feito para enfrentar a “conspiração” do grupo de Temer e contemplar com cargos quem pode ajudar a derrubar o impeachment na Câmara. É uma disputa voto a voto, no mais fiel estilo do “toma lá, dá cá”.

Tática semelhante foi usada em dezembro, quando Dilma dispensou o vice-presidente de Fundos e Loterias da Caixa Econômica Federal Fábio Cleto, indicado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), como retaliação à atitude do deputado de aceitar o pedido de impeachment.

Em conversas reservadas, Dilma mostra inconformismo com o fato de Cunha, réu no Supremo Tribunal Federal, acusado de corrupção na Petrobras, conduzir o processo que pode levar a seu afastamento. “Eu não cometi nenhum crime para justificar a interrupção do meu mandato. Brigarei até o fim”, diz ela, enquanto a Operação Lava Jato avança sobre o governo.

No PT há quem pregue até mesmo que, em caso de impeachment, Dilma recorra à Organização dos Estados Americanos (OEA). Nesse combate, há ainda táticas de guerrilha que circulam na internet, com ameaças de fim de programas sociais, como o Bolsa Família, se a presidente cair.

Foi após a campanha da reeleição, em 2014, que Dilma terminou de ler a biografia do ex-presidente Getúlio Vargas, escrita pelo jornalista Lira Neto. Não por acaso, outro dia voltou a dar uma espiada no terceiro volume, segundo relato de um ministro. “Tudo a seu tempo”, costumava dizer Getúlio, quando era pressionado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Dilma diz que conversará com Obama sobre o ‘golpe’


A presidente Dilma Rousseff vai conversar com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre a tentativa de “golpe em seu mandato”. De acordo com o colunista Lauro Jardim, de O Globo, em conversas com alguns de seus ministros nos últimos dias, Dilma garantiu que vai aproveitar o encontro com Obama, em Washington, na quarta-feira que vem, para explicar a crise política brasileira e falar da possibilidade de um suposto “golpe” para derrubá-la da presidência.


Defesa recorre ao Supremo contra suspensão da posse de Lula na Casa Civil


Em nota divulgada nesta quinta (25), a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que entrou com recurso contra a decisão liminar do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendendo a nomeação de Lula para chefiar a Casa Civil. De acordo com a defesa, os recursos foram protocolados ontem (24).

A liminar de Mendes foi concedida semana passada e atendeu pedidos do PPS e do PSDB. Na decisão, Gilmar Mendes disse que a nomeação de Lula para o cargo de ministro teve por objetivo retirar a competência do juiz federal Sérgio Moro (responsável pelas investigações da Lava Jato em primeira instância) para investigá-lo.

Além da suspensão da posse, o ministro do STF decidiu também que os processos que envolvem Lula na Operação Lava Jato deveriam ficar sob a relatoria do juiz. Na terça-feira (22), o ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF, determinou que Moro enviasse imediatamente ao tribunal todas as investigações envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na nota, os advogados de Lula informaram que pedem a “reforma da decisão proferida por Gilmar Mendes”. Entre os motivos, a defesa afirmou que o tipo de ação usada pelos partidos para questionar a nomeação, o mandado de segurança coletivo, “não serve para essa finalidade, conforme jurisprudência do próprio STF”.

Eles defendem também que o ex-presidente atende os requisitos exigidos pela Constituição Federal para ocupar o cargo de ministro e dizem que “sua nomeação tem por objetivo ajudar o país e a presidenta da Republica a retomar o desenvolvimento social e econômico.”

Para os advogados, outro motivo para o pedido é que “não é possível presumir desvio de finalidade na nomeação de Lula, muito menos mediante a distorção de conversas interceptadas de forma ilegal – do telefone de Lula e de seus advogados” . Segundo os advogados, o ministro do STF não poderia ter tomado a decisão de devolver para Moro o processo, já que o tema “extrapola os limites das ações propostas pelo PPS e pelo PSDB e somente poderá ser analisado no âmbito de processo já distribuído ao ministro Teori Zavascki”.

Zavascki é o relator da Lava Jato no STF. Os advogados questionam ainda o fato das ações serem distribuídas ao ministro Gilmar Mendes. Para eles, deveria ser tratado por Zavascki.

Conforme a nota, o recurso deve ser julgado pelo STF junto com outro apresentado esta semana pela Advocacia-Geral da União (AGU) sobre o mesmo tema.

A AGU também rebate as afirmações do ministro Gilmar Mendes sobre suposta intenção do governo em nomear Lula para beneficiá-lo com o foro privilegiado em função das investigações da Operação Lava Jato. A AGU destacou que não há nenhum impedimento legal para que Lula assuma o ministério.

*Agência Brasil