Prefeitura de Simões Filho recebe doação de 50 cestas básicas do PROCIA


A Prefeitura de Simões Filho recebeu da Associação de Empresas do Centro Industrial de Aratu (PROCIA), a doação de 50 (cinquenta) cestas básicas. Seguindo os protocolos estabelecidos pelo município para o controle e prevenção ao Covid-19, os alimentos serão destinados às famílias economicamente mais vulneráveis.

“Essa doação é muito bem-vinda e em nome dos simõesfilheses, e de modo especial das famílias que serão beneficiadas, eu quero agradecer por esse ato de solidariedade e união que são importantes aliados nesse trabalho de promoção a vida e enfrentamento ao Coronavírus”, disse o prefeito Dinha Tolentino.

Durante a entrega dos alimentos, Hilton Lima, Presidente da Associação de Empresas, pontuou: “O PROCIA como uma forma de contribuir com as medidas adotadas no município, vem somar forças diante da pandemia do Coronavírus. Em nome do ramo empresarial, situados no Centro Industrial de Aratu (CIA), realizamos essa doação para que mais famílias sejam atendidas nesse momento delicado”.

As atividades de distribuição das cestas serão coordenadas pela Secretaria de Desenvolvimento Social e da Cidadania (Sedesc) e visa minimizar os efeitos negativos, provados pela pandemia de saúde e isolamento social.


Kátia Oliveira pede ao Governo do Estado equipamentos para combate ao coronavírus em Simões Filho


Segundo a deputada, o município enfrenta dificuldades para a aquisição de aparelhos como ventiladores mecânicos, mesas hospitalares e raio-x portátil

A deputada estadual Katia Oliveira (MDB) encaminhou um ofício ao governador Rui Costa (PT) solicitando equipamentos para o combate ao coronavírus no município. De acordo com a parlamentar, o município está enfrentando dificuldades para a aquisição de aparelhos utilizados nas ações de enfrentamento à Covid-19 e necessita do apoio do governo do estado.

Dentre os equipamentos necessários, a deputada cita ventiladores mecânicos, mesas hospitalares e raio-x portátil. “Precisamos da ajuda do governo do estado neste momento. O município colocou em prática diversas ações de combate ao coronavírus, incluindo a construção de uma Unidade exclusiva de Enfrentamento ao Coronavírus. Contudo, está encontrando problemas para a compra de equipamentos, tendo em vista a grande dificuldade para encontrá-los no mercado”, afirmou.

Em seu ofício, encaminhado nesta quinta-feira (21), Kátia Oliveira destaca que o município adotou medidas restritivas no combate ao coronavírus, como suspensão de aulas, fechamento do comércio, blitz sanitárias e instituição de programas sociais, além de reforçar, com insumos e pessoal, o Hospital Municipal e a Unidade de Pronto Atendimento, inclusive com a criação de leitos de retaguarda nessas unidades de saúde.

Ela lembra que, recentemente, o governo recebeu nesta semana 159 respiradores mecânicos. “Uma nova leva de respiradores e monitores devem ser entregues na próxima semana, segundo o próprio governo. Então, peço que o governador avalie a possibilidade de encaminhar para Simões Filho alguns destes equipamentos neste momento em que o município tem dificuldade para encontrar no mercado”, pontuou.

A deputada solicitou 10 ventiladores mecânicos, 10 monitores multiparamétricos, um cadioversor externo, 20 suportes para soro, 10 mesas hospitalares de mayo, um raio-x portátil e 10 bombas de infusão. A parlamentar ainda pediu uma audiência em nome do prefeito da cidade, Dinha Tolentino, com o governador Rui Costa para esclarecer a questão.


Hospital Municipal de Simões Filho possui um paciente internado com coronavírus e dois casos suspeitos


O Hospital Municipal de Simões Filho possui nesta quarta-feira (20), dois pacientes internados suspeitos de coronavírus (Covid-19) e um paciente com o diagnóstico positivo.

De acordo com a direção da unidade, foram coletadas amostras dos pacientes suspeitos nesta manhã e encaminhadas ao Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA), que fica localizado em Salvador. Todos permanecem em uma área de isolamento, sem contato com os demais pacientes que possuem outras patologias.

A Fundação Fabamed de Pesquisa e Extensão na área da Saúde que administra a unidade retifica, portanto, o número divulgado anteriormente, durante uma entrevista ao programa Panorama Notícias. Reiteramos o compromisso de apresentar dados fidedignos às autoridades de saúde, bem como a sociedade.


61% dos baianos querem adiamento das eleições municipais, diz pesquisa


A maioria dos baianos é favorável ao adiamento das eleições em virtude da pandemia do novo coronavírus. De acordo com a terceira rodada da pesquisa A TARDE/DataPoder360, 61% acham que o pleito deve ser postergado para novembro ou dezembro, enquanto 20% que acreditam que ela precisa ser mantida.

Em Salvador, os números são parecidos. 59% dos soteropolitanos querem o adiamento, enquanto 16% é contra a mudança da data por causa da doença.

O adiamento tem maior adesão entre apoio nas mulheres (5%), pessoas com idades entre 25 e 44 anos e 45 e 59 anos (17%, ambas as faixas etárias), quem possui até o ensino médio (16%) e com renda acima dos 10 mínimos (31%).

Por outro lado, a manutenção da data das eleições conta com adesão maior entre homens (31%), pessoas entre 45 e 59 anos (23%), com renda média acima de 10 salários mínimos (31%) e não escolarizados (62%). O adiamento para novembro ou dezembro é mais aceito entre mulheres (71%), idosos (70%), pessoas com ensino superior (66%) e quem tem renda entre 5 e 10 salários mínimos (71%).

O levantamento ouviu 2.500 pessoas em 200 municípios baianos, entre os dias 11 e 13 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. Em Salvador, a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais; o intervalo de confiança, de 95%.

O adiamento das eleições municipais se tornou pauta em virtude do avanço da pandemia no país. O fato de eleitores se aglomerarem nos colégios eleitorais é o ponto que pode representar perigo em um momento que se deve evitar aglomerações.

Bahia Noticias


Teich deixa o Ministério da Saúde antes de completar um mês no cargo


O ministro da Saúde, Nelson Teich, deixou o cargo nesta sexta-feira (15), antes de completar um mês à frente da pasta. Em nota, a pasta informou que ele pediu demissão.

Teich tomou posse em 17 de abril. Essa é a segunda saída de um ministro da Saúde em meio à pandemia do coronavírus. Teich havia substituído Luiz Henrique Mandetta.

Assim como Mandetta, Teich também apresentou discordâncias com o presidente Jair Bolsonaro sobre as medidas para combate ao coronavírus.

Nos últimos dias, o presidente e Teich tiveram desentendimentos sobre:

  • o uso da cloroquina no tratamento da covid-19 (doença causada pelo vírus). Bolsonaro quer alterar o protocolo do SUS e permitir a aplicação do remédio desde o início do tratamento.
  • o decreto de Bolsonaro que ampliou as atividades essenciais no período da pandemia e incluiu salões de beleza, barbearia e academias de ginástica
  • detalhes do plano com diretrizes para a saída do isolamento. O presidente defende uma flexibilização mais imediata e mais ampla.

Teich foi chamado para uma reunião no Palácio do Planalto nesta manhã. Ele esteve com Bolsonaro e depois voltou para o prédio do Ministério da Saúde. A demissão foi anunciada logo depois.

Globo