Governo vai editar decreto para conter gastos de custeio e investimento

Na semana de reunião do Banco Central para decidir a nova taxa de juros, a equipe econômica deve editar na próxima segunda-feira (18) decreto limitando os gastos de custeio e investimento do governo em janeiro e meados de fevereiro a um doze avos (1/12). Ou seja, o governo quer determinar que, neste período, os ministérios … Leia Mais



No Brasil, 98 milhões de pessoas ainda não têm acesso à internet

Foto: AG A TARDE Embora o número de usuários da internet no mundo tenha mais do que triplicado em dez anos, 4,2 bilhões de pessoas ainda não têm acesso à rede. Isso representa 60% da população mundial, segundo relatório do Banco Mundial divulgado na quarta-feira (13). No Brasil, 98 milhões de pessoas não têm acesso … Leia Mais


Produção de cerveja teve queda de 2% em 2015

A produção de cervejas sofreu queda de produção de 2% em 2015 em comparação com o ano anterior. Um levantamento feito pelo Sicobe, a pedido da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (Cervbrasil), apontou que no ano passado foram produzidos 13,8 bilhões de litros da bebida no país. No período, a inflação medida pelo Índice … Leia Mais


Brasil exporta milho para África do Sul com risco de tempestade

O Brasil está exportando milho para a África do Sul, um tradicional exportador do cereal que sofre com uma seca relacionada ao fenômeno El Niño, em um momento em que o país sul-americano busca novos mercados para sua crescente produção. O Brasil exportou 321.662 toneladas de milho para a África do Sul em 2015, ante … Leia Mais


Crise: Desemprego em 2016 será pior do que no ano passado, dizem economistas


Os brasileiros enfrentaram o fechamento de postos de trabalho em 2015, em decorrência das dificuldades econômicas no país. Em 2016, o cenário pode se repetir, segundo avaliação de especialistas.Para o vice-diretor da Faculdade de Economia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Renaut Michel, a taxa de desemprego no Brasil deverá continuar crescendo em 2016, por causa da queda no nível da atividade econômica. “Não há nenhum tipo de expectativa positiva”, disse o especialista em mercado de trabalho.
Para ele, embora a construção civil, um dos setores que mais empregam no país, tenha sentido mais os impactos da crise, outros setores da indústria poderão ser afetados este ano. “A indústria já vem mal há um bom tempo. Enfrenta um problema sério de perda de competitividade, de queda de investimentos. Minha expectativa é que continue um ano muito ruim para a indústria, mas em alguma medida vai afetar também o comércio e o serviço, porque o ambiente de incertezas está levando as famílias a consumirem menos. Em consequência disso, os empresários investem menos e bancos também não emprestam”.
O único setor que deve continuar apresentando bom desempenho é o agronegócio. “Mas não vai conseguir ser suficiente para minimizar o impacto muito ruim da trajetória do emprego nos próximos meses”, acrescentou.Já o professor João Luiz Maurity Sabóia, do Instituto de Economia, lembra que em outubro do ano passado, a taxa de desemprego era 7,9%, conforme a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa era praticamente a mesma registrada em 2008, que foi 7,5%, no auge da crise econômica internacional. Os metalúrgicos foram umas das categorias afetadas pelo desemprego no ano de 2015.
Fonte: Bahia Econômica

Para analistas, crise pode alcançar 2018


O cenário político brasileiro para este ano tem apenas duas certezas: as instituições estão funcionando e a crise que ameaça os mandatos da presidente Dilma Rousseff e do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), não arrefecerá. Essa é a avaliação de estudiosos ouvidos pelo Estado sobre o que restou de bom de 2015 e o que esperar de 2016. Para Marcos Nobre, cientista social, filósofo e professor da Unicamp, as possibilidades geradas pela crise “estão abertas”.

“Ainda não temos um sinal claro sobre onde vai parar essa crise política, se esse processo todo vai se transformar em avanço institucional. Pode sair uma política diferente, boa, ou a gente pode ter coisas piores.” Segundo ele, 2017 e 2018 serão anos muito ricos para a política. “Em 2016, os pactos ainda vão ser provisórios. Pode ser que a lista de implicados na Lava Jato chegue a um quinto do Congresso Nacional. Nós vamos passar mais uns dois anos de crise permanente, de instabilidade duradoura. Cabe à sociedade fazer uma nova cultura política, diferente do que funcionou até agora”, diz Nobre.

“A crise política pode representar um ganho para a oposição no sentido de que o PT está chamuscado eleitoralmente. Para 2018, a chance de o PT ganhar a Presidência é zero. Na eleição de 2016, para prefeito, o PT não vai eleger nem síndico no prédio do Lula”, afirma Fernando Limongi, cientista político e professor da USP.

Instituições – “A democracia se fortaleceu. As punições que estão sendo aplicadas são inéditas. As grandes figuras vão estar na cadeia, isso faz a situação brasileira insólita. Se as instituições de controle não estivessem funcionando, teríamos uma convulsão social”, diz o professor de ciência política da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Marcus Melo.

Para a professora titular de ciência política da USP Maria Hermínia Tavares de Almeida, o que ocorreu neste ano “é uma prova de que as instituições aguentaram de forma profunda”. “O problema é econômico e político. A política dificulta a solução da economia. Mas as instituições estão funcionando, os atores estão jogando dentro das regras institucionais.” Ela, porém, avalia que o Congresso está “desconectado” da sociedade.

“Essa desconexão foi o que ocorreu de mais grave nessa crise política. Se o impeachment vingar, a situação vai ficar muito complicada porque o governo da presidente Dilma não é do (Fernando) Collor de Mello, o PT não é PRN. Vai haver muito conflito, inclusive nas ruas”.

Informações do Estadão Conteúdo.


Dilma sanciona com vetos lei que eleva tributo sobre vinho e eletrônicos


A presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei que aumenta a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre bebidas quentes, como vinho, cachaça e outros destilados. Também foi suspendida a isenção concedida por dez anos de algumas tarifas a computadores, smartphones, notebooks, tablets e roteadores. A lei foi sancionada com sete vetos.

O texto prevê o pagamento de alíquota cheia de PIS e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para os itens de informática a partir deste mês, durante todo o ano de 2016.

A nova lei foi publicada em edição extra do “Diário Oficial da União” editada na quinta-feira (31). A medida faz parte do pacote de ajuste fiscal do governo e busca aumentar a arrecadação de valores.

Com a mudança na lei, o IPI incidente sobre as bebidas quentes será calculado com uma alíquota sobre o valor do produto, não mais sobre um valor fixo por determinada quantidade produzida.

Um parágrafo que definia alíquotas máximas do IPI para os produtos foi vetado por Dilma.

Fonte: CORREIO