Um Projeto de Lei e 15 Indicações serão apreciados e votados na 7ª Sessão Ordinária da Câmara nesta terça; confira a pauta

Na 7ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Simões Filho marcada para esta terça-feira (16), às 9h, os vereadores terão um projeto de Lei, de autoria do Executivo, além de 15 indicações, de autoria dos respectivos edis, que serão apreciados e votados no plenário do Legislativo. No expediente, serão deliberados 16 itens. Dentre as propostas … Leia Mais



“Se eu errar, o PT volta”, diz Bolsonaro em entrevista

Em entrevista exclusiva, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, avisa que seus ministros terão carta branca para nomear seus secretários, diretores das delegacias regionais e por aí vai. “O que estou cobrando dos ministros é produtividade”, diz ele, sentado na pequena varanda improvisada na entrada de sua casa, com uma mesa redonda de madeira transformada em … Leia Mais


Conheça os ministros anunciados por Jair Bolsonaro

Aos poucos, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) está definindo os nomes que comporão o seu governo. Escolhidos para assumir os ministérios estão Onyx Lorenzoni na Casa Civil, Paulo Guedes na Economia, general Augusto Heleno na Defesa, Marcos Pontes na Ciência e Tecnologia e Sérgio Moro na Justiça. Confira um resumo sobre cada um deles: … Leia Mais



Jair Messias Bolsonaro é eleito presidente do Brasil


Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito novo presidente do Brasil neste domingo (28). Depois de sair na frente no primeiro turno, Bolsonaro confirmou seu amplo favoritismo e derrotou em segundo turno Fernando Haddad (PT). 

O candidato do PSL liderou todas as pesquisas desde que o ex-presidente Lula, também do PT, teve a candidatura barrada pela Justiça Eleitoral. Bolsonaro sofreu uma tentativa de morte no meio da campanha, durante uma caminhada por Juiz de Fora, em Minas Gerais. Depois disso, passou três semanas internado no hospital Albert Einstein. Após o atentado, Bolsonaro não participou mais de debates.

Nascido em Campinas (SP), o capitão da reserva tem 63 anos e foi deputado federal pelo Rio de Janeiro por sete mandatos. Ele foi aluno da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas, e se formou na Academia Militar das Agulhas Negras em 1977. Começou sua vida política em 1988, quando foi eleito para a Câmara Municipal do Rio pelo PDC. Em outubro de 1990, foi eleito deputado federal. Em 1993, participou da fundação do Partido Progressista Reformador (PPR).

Bolsonaro começou sua carreira como militar (Foto: Reprodução)

Memória 
Um fato rumoroso marca o início da vida pública de Bolsonaro. Em 1987, reportagem publicada pela revista Veja informou que havia um plano denominado “Beco Sem Saída” para explodir bombas em banheiros da Vila Militar, da Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ), quartéis e locais estratégicos do Rio. O objetivo seria protestar contra os baixos salários. O então capitão publicara um artigo em que reivindicava a melhoria dos soldos – o que lhe rendeu, posteriormente, punição disciplinar.

Na ocasião, Bolsonaro foi identificado como fonte da reportagem, que exibia croquis feitos a mão supostamente pelo próprio militar. Ele negou as acusações, recorreu ao Superior Tribunal Militar (STM) e foi absolvido. Em 1988, foi para reserva. Já conhecido e identificado inicialmente como porta-voz de reivindicações militares, iniciou então a carreira política no Rio de Janeiro

(Foto: Arquivo)

Com a pauta ampliada para segurança e temas “contra a ideologia esquerdista”, foi eleito sete vezes deputado federal, permanecendo quase três décadas no Congresso Nacional, período em que apresentou mais de 170 projetos, mas teve apenas dois aprovados. Foi o mais votado no Rio para a Câmara em 2014, obtendo 464 mil votos.

Casado três vezes, tem cinco filhos, dos quais três estão na vida política – Carlos é vereador no Rio, Flávio é deputado estadual no Rio e Eduardo é deputado federal por São Paulo. O PSL é o seu nono partido. À Justiça Eleitoral, declarou patrimônio de R$ 2,3 milhões.

Atentado
Com apenas oito segundos de propaganda eleitoral, Bolsonaro e seus filhos, que costumam criticar a imprensa, usaram as redes sociais intensamente e terminaram acusados pelos adversários de liderarem a produção de fake news nessas eleições. Pelas redes, detalharam até o estado de saúde de Bolsonaro quando esteve hospitalizado durante o primeiro turno, alvo de atentado a faca – algo que nunca aconteceu a presidenciáveis em campanha, após a redemocratização no Brasil.

Bolsonaro sofreu atentado em Minas Gerais (Foto: Reprodução)

Ferido em 6 de setembro quando participava de ato público em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro passou 22 dias internado, recuperando-se de uma hemorragia e de duas cirurgias no intestino. Ele foi atacado pelo desempregado Adélio Bispo – que hoje é réu por “atentado pessoal por inconformismo político”.

A trajetória de Jair Bolsonaro

Nascimento –  21 de março de 1955, em Campinhas (SP). Filho de Perci Geraldo Bolsonaro e Olinda Bonturi

Formação – Em 1977, fez curso na Academia Militar das Agulhas Negras (RJ) e em 1983,  formou-se em Educação Física na Escola do Exército (RJ)

Carreira militar – Em 1986, lidera um protesto contra os baixos salários dos militares. E escreve um artigo na Veja intitulado “O salário está baixo”. Fica preso, por 15 dias, por infringir regulamento disciplinar. Em 1988, vai a julgamento no Superior Tribunal Militar (STM), acusado de ser um dos cabeças do plano para explodir bombas na Vila Militar da Academia Agulhas Negras. Dois peritos comprovam que os croquis dos ataques foram desenhados por Bolsonaro. Outros dois dão laudos inclusivos e ele é beneficiado pela dúvida

Carreira política – Em 1988,  é eleito para a Câmara Municipal do Rio de Janeiro, pelo PDC – Partido Democrata Cristão. Entra para a reserva do Exército na patente de Capitão. Em 1991,  assume o primeiro mandato de Deputado Federal, dois anos depois, em 1993, é um dos polícos fundadores do PPR – Partido Progressista Reformador; e em 1994  é reeleito para a Câmara Federal.  Está no sétimo mandato e quinto partido.

Campanha 

Na corrida ao Palácio do Planalto, o candidato teve dificuldade para ampliar alianças e negociar um nome para vice-presidente – cargo entregue ao polêmico general Mourão (PRTB), que trouxe consigo o apoio de alas da elite das Forças Armadas. Bolsonaro já negou várias vezes que tenha existido golpe militar e tortura política no Brasil.

Desde o início, ele apresentou o banqueiro Paulo Guedes como o fiador de seu programa econômico. Com o aumento de sua popularidade e a entrada de Guedes na campanha, cresceu também o apoio de setores empresariais e financeiros ao PSL. Fiel ao discurso anticorrupção, diz que vai combatê-la acabando com ministérios e estatais.

À frente de um partido nanico, com pouca verba partidária e sem marqueteiros de grife, o deputado apostou nas redes sociais, terreno em que sua militância é marcada pela agressividade com que o denfende frente a quaisquer críticas, chegando, inclusive, a derrubar a página do movimento #Elenão, criada por mulheres contrárias à sua eleição. Dizem esses militantes que tirando o ex-capitão, todos os políticos são de esquerda e o Brasil vive ameaça de invasão comunista.

Bolsonaro e seu vice, general Mourão (Foto: Estadão Conteúdo)

Mas fora deste grupo, Bolsonaro conseguiu surfar no sentimento antipetista e ganhar apoio entre os eleitores de maior renda e escolaridade. E também conquistou votos de setores da indústria e do agronegócio tradicionalmente fechados com o PSDB. Sua proposta econômica parte de uma plataforma ultraliberal, com a promessa de privatização de quase totalidade das estatais. A garantia de que isso se dará em um possível governo é dada pelo economista Paulo Guedes. Operador nas bolsas de valores do Brasil e EUA, ele já foi apontado como futuro ministro da Fazenda pelo próprio Bolsonaro.

Se o antipetismo o ajudou entre os mais ricos, nas periferias o gancho para cooptar eleitores é o seu discurso contra os defensores dos direitos humanos e a favor de maior rigidez no combate ao crime. Ele defende que a polícia deveria matar mais bandidos e que todo o cidadão deve andar armado para se defender. Posições como estas, somadas ao comportamento da militância, fazem com que seja classificado de fascista por seus adversários. O jornal francês Libération foi um dos últimos periódicos mundo afora a dedicar reportagens nada elogiosas ao ex-capitão. Entre os adjetivos com que o descreve estão “racista”, “homofóbico”, “misógino” e pró-ditadura”. Mas nada disso foi capaz de tirá-lo da liderança das pesquisas. Nem mesmo o maior ato desta campanha, justamente a passeata do #Elenão.

PRINCIPAIS PROPOSTAS DE BOLSONARO

*Ministérios  – Em seu plano de governo, ele defende reduzir o número de ministérios, mas não diz quantos e nem quais deixariam de existir

*Emprego e Renda  – Propõe a criação de uma nova carteira de trabalho, nas cores verde e amarela, para novos trabalhadores. Essa carteira seria voluntária e regida por um ordenamento jurídico próprio, dando ao trabalhador a opção de escolher entre um vínculo empregatício baseado na carteira de trabalho tradicional (azul) – mantendo o ordenamento jurídico atual –, ou a carteira verde e amarela, onde o contrato individual prevaleceria sobre a CLT.

*Forças Armadas  O programa de Bolsonaro elogia as Forças Armadas e sua participação na II Guerra Mundial. Também chama a Ditadura Militar, instaurada com um golpe em 1964, de “revolução”

*Educação –  O programa também prevê  instalação de colégios militares em todas as capitais do país. Hoje, existem 13 colégios desse tipo em todo o Brasil.

Correio24


Contra-ataque: Bolsonaro critica Joaquim Barbosa após declaração de voto em Haddad


O candidato do PSL à Presidência das República, Jair Bolsonaro, rebateu com críticas a declaração de voto feita pelo ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, neste sábado (27), ao seu opositor na disputa, Fernando Haddad (PT).

Em sua rede social, Bolsonaro publicou um vídeo antigo de Barbosa – enquanto era ministro – dizendo que apenas o deputado do PSL – que então estava filiado ao PTB – não tinha sido comprado por membros do PT no esquema do Mensalão.

A declaração do candidato do PSL aconteceu logo após o ex-ministro ter declarado voto ao petista, também por meio de redes sociais.

Ex-presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa declara apoio a Fernando Haddad

“Joaquim Barbosa divulga voto em Haddad, mas já está na história que ele mesmo disse que só Bolsonaro não foi comprado pelo PT no esquema de corrupção conhecido como Mensalão, que feria gravamente a democracia do nosso país anulando o Poder Legislativo”, afirmou Bolsonaro na publicação do Twitter.

Jair Bolsonaro 1️⃣7️⃣

@jairbolsonaro

Em suas redes sociais, Joaquim barbosa divulga voto em Haddad, mas já está na história que ele mesmo disse que só Bolsonaro não foi comprado pelo PT no esquema de corrupção conhecido como Mensalão, que feria gravamente a democracia do nosso país anulando o Poder Legislativo.

Neste sábado (27), o ex-ministro disse que fez uma “escolha racional”, após avaliar os aspectos positivos e os negativos dos dois candidatos que restam na disputa. “Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad”, concluiu na publicação.


Ex-presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa declara apoio a Fernando Haddad


O ministro aposentado Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou apoio ao candidato a presidente Fernando Haddad (PT). A declaração foi feita através de sua conta no Twitter. O ministro foi um dos relatores do mensalão, em 2012, que condenou diversos políticos do partido.

Na publicação, Barbosa afirma: “Votar é fazer uma escolha racional. Eu, por exemplo, sopesei os aspectos positivos e os negativos dos dois candidatos que restam na disputa. Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad”.

A última postagem do ministro foi em maio deste ano, quando afirmou que não sairia candidato a presidente neste ano.

Joaquim Barbosa

@joaquimboficial

Votar é fazer uma escolha racional. Eu, por exemplo, sopesei os aspectos positivos e os negativos dos dois candidatos que restam na disputa. Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad.


Atriz compara Bolsonaro ao pai “que dizia que lugar de negro é na cozinha” e diz que falas são brincadeiras


Após ter declarado publicamente apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e ter sido alvo de críticas por conta disso, a atriz Regina Duarte voltou a falar sobre o candidato. Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, a artista comparou o capitão reformado com o pai dela e garantiu que “ele tem uma alma democrática”.

“Quando conheci o Bolsonaro pessoalmente, encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora, um jeito masculino que vem desde Monteiro Lobato, que chamava o brasileiro de preguiçoso e que dizia que lugar de negro é na cozinha”, disse.

As declarações de Regina pegaram muitos internautas de surpresa e ela voltou a ser alvo de comentários negativos. “Sim, o antissemitismo de Hitler também era só da boca pra fora”, disse um internauta. “Será que a comunidade LGBT quer pagar pra ver se é só brincadeira?”, questionou outro. “O erro recorrente na história mundo afora das elites políticas e econômicas é o de achar q vão controlar o demagogo autoritário, ou o de que “é da boca pra fora”. Não vão controlar. Não é da boca pra fora”, escreveu um terceiro.


Após crítica, Senador Otto Alencar relembra “2 de julho dos Baianos” ao presidenciável Jair Bolsonaro


Na tarde desta quinta-feira (25), após o governador Rui Costa, reeleito com 75% dos votos dos baianos, reagir às declarações do candidato do PSL à presidência, Jair Bolsonaro,  o  Senador da República Otto Alencar, também publicou um vídeo e mandou um recado direto ao presidenciável.

Em vídeo gravado dentro de um carro ao lado de familiares, onde o presidenciável Bolsonaro disse que seria vantajoso comprar carro na Bahia, porque já vem com o freio de mão puxado, deixando claro que considera os baianos preguiçosos.

A repercussão não foi muito bem vista pelos políticos, sociedade civil e até mesmo eleitores e simpatizantes do próprio candidato que não aceitaram a conduta do postulante

Ontem em sua página pessoal na rede social. Rui disse: “Respeite os baianos, candidato”. Lamentável o comentário do candidato Jair Bolsonaro sobre a Bahia e os baianos. Aqui, com muita raça foi consolidada a independência do Brasil e o povo gritou: ‘Com tiranos não combinam brasileiros corações’.

Na tarde desta quinta-feira 25, o Senador da República Otto Alencar, que também é o presidente do PSD na Bahia, resolveu mandar recado em vídeo ao candidato Bolsonaro.

“Nos temos um sentimento de amor e sentimento de respeito para o nosso povo baiano, por nossa querida Bahia, pelo nosso estado da Bahia, por tanto, quando alguém vem deslustrar a imagem do nosso povo, nós temos que reagir, eu quero rejeitar e rebater aqui com veemência a declaração do candidato a presidência da república Jair Bolsonaro, quando ele faz pouco caso do povo baiano dizendo que, “comprando carro na Bahia já vem com freio de mão puxado”. Cuidado candidato, respeite o nosso povo, o freio de mão pode estar puxado para você no dia 28 agora de outubro, pelo povo baiano e pelo povo Brasileiro, nós sempre tivemos um debate político das idéias para os estados e para o Brasil. Nunca, jamais na agressão, nem também no pouco caso, o povo da Bahia tem altivez comprovada no seu 2 de julho, quando lutou verdadeiramente para trazer a independência da Bahia e a independência do Brasil, respeite a Bahia para que respeitando a Bahia possa ter o respeito dos baianos”; finalizou.