A Dama de Vermelho: Luiza Maia se casa com ex-marido de Gretchen

A deputada estadual Luiza Maia se casou na tarde deste sábado (13) com o radialista Tony Ávila, ex-marido de Gretchen. A parlamentar usou um vestido vermelho, remetendo à cor do seu partido, o PT. Ávila foi candidato a prefeito de Remanso nas eleições de 2016 pelo PMDB, mas obteve apenas 72 votos e ficou em … Leia Mais


Presidente Michel Temer veta verba extra para educação básica

O presidente Michel Temer sancionou na última terça-feira (02), a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2018, com apenas um veto: a verba complementar de R$ 1,5 bilhão ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O texto será publicado nesta quarta (03), no Diário Oficial da … Leia Mais





Otto Alencar ironiza sobre ACM Neto: “Vamos derrotar o cabeça preta”


O senador Otto Alencar (PSD) discursou com entusiasmo para os prefeitos que estiveram na União dos Prefeitos da Bahia, na última segunda-feira (27), para a entrega de ambulâncias concedidas pelo governador Rui Costa (PT).

Otto, que afirmou que “vota em Rui”, disse que é preciso derrotar o “cabeça preta”, referindo-se ao prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), também pré- candidato ao pleito de governador.

“Cabeça-preta” é o termo usado para classificar a ala jovem em partidos políticos e no Congresso. Otto reforçou que da mesma forma que derrotou o “cabeça branca” (grupo do ex-senador ACM) com Jaques Wagner, agora vai derrotar Neto.

“Eles merecem ser derrotados. Todos sabem quem lidera o DEM, que é o prefeito ACM Neto, quem lidera o PSDB, quem lidera o PMDB. Aliás não: o PMDB teve um problema aí”, ironizou ao referir-se a falta de comando do partido, já que o ex-ministro Geddel Vieira Lima está preso.


ACM Neto lidera pesquisa de intenção de votos, mas Rui Costa diminui a diferença


Em uma pesquisa de intenção de votos realizada pelo Instituto Paraná, contratada pela Record TV Itapoan, o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) mantém a liderança na pesquisa.

O levantamento será divulgado nesta segunda-feira (27), contudo, informações dão conta de que embora continue na liderança, a diferença entre o demista, que ainda não confirmou a candidatura ao governo, e o governador Rui Costa diminuiu.

Na pesquisa anterior, divulgada em julho, o resultado trouxe Neto com 56,4% e Rui com 25,8%. Em se tratando de pesquisa pré-eleitoral a Bahia tem um histórico que contradiz os levantamentos. O próprio Rui Costa teve desempenho no pleito de 2014 bem diferente com os apresentados nas pesquisas.

Porém, levantamentos de intenção de votos servem como “retratos de momentos” e não devem servir como verdade absoluta, mas também não é prudente ignorá-los totalmente.

Neste sentido, os dois principais pré-candidatos valem-se dos percentuais para organizar a agenda publicitária e presencial. Rui Costa, por exemplo, tem o carro chefe em Salvador o metrô. Pesquisas internas contratadas pelo Palácio de Ondina demonstram que este é um equipamento com bons resultados do ponto de vista da aprovação popular e que está consolidada a “paternidade”.

Não faz muito tempo prepostos do governo federal desembarcaram em Salvador com o intuito de “apadrinhar” a obra e “fissurar” a narrativa que coloca o governo estadual como “pai da criança”. Deputados federais da base do presidente Michel Temer (PMDB) analisam que esta é uma estratégia válida e que vai ser intensificada. O próprio deputado José Carlos Aleluia (DEM) tem se debruçado para destravar obras como a Fiol e o Porto Sul.

Apontados como eixo de desenvolvimento nas regiões sul e oeste, os equipamentos foram projetos por atores ligados ao governo estadual e teve o seu início durante a gestão petista no Palácio do Planalto. Rui Costa foi a China em busca de investidores, mas, concomitantemente, o governo federal retomou o interesse nos equipamentos tendo o deputado Aleluia também viajado tendo como item da pauta os dois vetores desenvolvimentistas.

Nesta frente de “batalha”, o governo apostou agora na descentralização das instalações de Saúde. Inaugurando Policlínicas Regionais e Hospitais. Neto, por outro lado, conseguiu eleger prefeitos aliados em cidades importantes. O problema é que as gestões municipais capengam e o impacto positivo em um primeiro momento começa a acender a luz amarela. Gestões temerárias atrapalham mais que ajudam.

A pesquisa que será divulgada nesta segunda traz bons resultados percentuais para ambos no que se refere à avaliação de gestão. Os dois estão bem “vistos” neste quesito. A disputa na Bahia, restando pouco menos de um ano para o pleito, está aberta e a engenharia de montagem da chapa majoritária será determinante para o resultado. Outro fator indispensável em qualquer análise de “retrato de momento” projetado é o se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será ou não poderá ser candidato à presidência da República.

Informações: Bocão News


Mais de 400 prefeitos representam a Bahia durante mobilização nacional em Brasília


Desde a última terça-feira (21), 401 gestores municipais estão representando a Bahia na mobilização nacional que ocupa Brasília nesta semana. O estado possui 417 municípios em seu território.

Em discurso durante sessão solene na Câmara, o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro (PSD), criticou o fato de os gestores municipais arcarem com uma crise que eles não criaram.

“Não fomos nós, prefeitos e prefeitas, quem criamos essa crise política e financeira. Então não somos nós quem temos que pagar por ela, como estamos pagando. Não toleramos mais essa relação de vulnerabilidade total diante do governo federal”, criticou o prefeito de Bom Jesus da Lapa.

Segundo Eures, 70% dos prefeitos já ultrapassaram o limite de gasto com pessoal, porque o governo federal “cometeu a irresponsabilidade” de reajustar em 7% o salário-base do professor sem corrigir o valor do repasse por aluno/ano.

“Os governos federal e estadual são os primos ricos. Na Bahia, fizemos o nosso dever de casa. Colocamos mais de 2,5 mil pessoas na porta do governo e mostramos como o governador pode nos ajudar, principalmente pagando os royalties do petróleo”, acrescentou Eures.

Segundo a UPB, a Bahia é o único estado que não faz o repasse de 25% aos municípios. A mobilização na capital federal é liderada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) com apoio das associações estaduais e conta com presença de vereadores, secretários municipais e deputados estaduais.
Informações: BN


Projeto que retira diminuição de pena para menores de 21 avança no Congresso


A Câmara Federal aprovou na última terça-feira (07) um projeto que retira do Código Penal a atenuante de pena quando o criminoso for menor de 21 anos. Agora, a proposta segue para apreciação no Senado.

De acordo com o texto aprovado pelos deputados, foi extinto ainda o dispositivo que diminui pela metade o prazo de prescrição do crime se o autor tiver menos de 21 anos. Apesar de ter havido discussão sobre o tema, foi mantida a atenuante hoje prevista em lei para pessoas com mais de 70 anos na data em que for proferida a sentença.

O aval dos deputados para esse projeto faz parte de um esforço da Câmara para debater a tramitação de medidas referentes a segurança pública, capitaneadas, principalmente, pela chamada bancada da bala.

Outra modificação decorrente do projeto aprovado nesta terça diz respeito à permissão para que pessoas entre 16 e 18 anos possam prestar queixa à polícia sem necessidade de um representante legal. Hoje, somente pessoas com mais de 18 anos podiam fazê-lo.

Segundo o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), as propostas, que ainda não têm consenso entre todos os partidos, devem ser votadas até a próxima sexta-feira (10). Já nesta terça, foi aprovado o regime de urgência para o projeto de Teixeira e para o que acaba com a saída temporária dos presos.

Com informações da Folhapress


STF decide sobre ensino religioso em escolas públicas e causa divergência entre os ministros


Depois de quatro sessões dedicadas ao tema, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na última quarta-feira (27) por 6 votos a 5, que o ensino religioso ministrado em escolas públicas poderá promover crenças específicas.

A Corte concluiu o julgamento de uma ação direta de inconstitucionalidade ajuizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2010. O caso girou em torno de um acordo entre Brasil e o Vaticano, firmado em novembro de 2008.

O decreto em questão, assinado pelo então ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, promulga um acordo entre Brasil e o Vaticano, que afirma que o “ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas” constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental. Na avaliação da PGR, a redação evidencia a adoção de um ensino confessional, ou seja, com vinculação a certas religiões.

Os ministros Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e a ministra Cármem Lúcia votaram a favor da possibilidade de o ensino religioso ser confessional – ou seja, vinculado a religiões específicas . Em sentido divergente votaram o relator da ação, ministro Luís Roberto Barroso, e os ministros Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Luiz Fux e Rosa Weber.

“Não vejo como se opor à laicidade a opção do legislador e não vejo contrariedade aqui que pudesse me levar a considerar inconstitucionais as normas questionadas”, disse a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, que desempatou o julgamento e definiu o resultado. A pluralidade de crenças, a tolerância – que é princípio da Constituição Federal – combina-se com os dispositivos aqui atacados. Pode-se ter conteúdo confessional em matérias não obrigatórias nas escolas”, concluiu Carmem Lúcia.

Já para o ministro Celso de Mello, a fé é questão essencialmente privada no Estado laico. “A laicidade do Estado envolve a pretensão republicana de delimitar espaços próprios e inconfundíveis para o poder político e a fé. O Estado laico não ter preferências de ordem confessional e não pode portanto interferir na esfera das escolhas religiosas. O Estado não tem nem pode ter interesses confessionais”, sustentou Celso de Mello.

“É tempo de atentar para o lugar da religião na sociedade brasileira. Esta, embora aspecto relevante da comunidade, digno de tutela na Constituição Federal, desenvolve-se no seio privado, no lar, na intimidade, nas escolas particulares. Nas públicas, espaço promovido pelo Estado para convívio democrático das diversas visões de mundo, deve prevalecer a ampla liberdade de pensamento, sem o direcionamento estatal a qualquer credo”, completou Marco Aurélio Mello.

Para o ministro Luís Roberto Barroso, relator da ação, somente o modelo não confessional de ensino religioso nas escolas públicas seria compatível com o princípio de um Estado laico. Nessa modalidade, explicou o ministro, a disciplina consiste na exposição neutra e objetiva de doutrinas, práticas, aspectos históricos e dimensões sociais das diferentes religiões. A posição do ministro, no entanto, foi derrotada no julgamento concluído nesta quarta-feira.